Terra Magazine

7 de janeiro de 2009

Baixo-Augusta, onde convivem elite e prostituição

repique2008 às 12:54


O mapa da balada

O lado de lá da Paulista, sentido Bairro-Centro, no eixo da Rua Augusta e suas transversais, até a Praça Roosevelt é onde fica a região do Baixo Augusta - o lugar onde tudo acontece hoje em São Paulo.

Quase dois quilômetros em que todas as noites forma-se uma mancha de gente, bombando nos bares, clubes, inferninhos, restaurantes, ‘american bars’, saunas, sinucas e academias 24hs. Freqüentada por tribos e mais tribos de jovens modernos, emos, punks, gays, clubbers, patricinhas, mauricinhos, playbas que circulam, sobem e descem, passando por vendedores ambulantes, pedintes, filas, sebos, barracas de livros e enfeites, carros e putas.

Veja também:
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Mudanças no Baixo-Augusta: Da zona de prostituição ao melhor de SP; assista
» Fotos: Botecos e neón no Baixo-Augusta

O que era transviado virou moderno
Historicamente, a Rua Augusta tem sua vocação para o footing – vitrines, lojas, passeio, prostituição e baladas. Nos anos 50, foi frequentada pela elite paulistana. Nos anos 70, foi cantada em versos e prosa. Já foi cult, já abrigou o Cine Elétrico, o Mundo Mix nos primórdios, caiu no limbo, se perdeu.

O que antes era uma zona exclusiva de putas e restaurantes de trabalhadores e atores malditos - desses que servem pratos fartos por permutas com os teatros lá de baixo no Centro, na Rua Nestor Pestana - começou há cinco atrás para cá a ser freqüentado pelos paulistanos ‘ de bem’ – a classe média esclarecida - quando então virou a ‘Rua da Balada’.

Hoje, ainda a rua das putas e dos American Bares, que sobrevivem ao lado das novas casas – Vegas, Studio SP, Inferno, Sarajevo, Boca, Tapas, Kebabs, Malandro, Espaço Impróprio e tantos outros bares. Tudo misturado, convivendo ao mesmo tempo agora no que a cidade de São Paulo e seus habitantes podem conhecer por ‘harmonia’.

De olho nessa salada, em edição especial 2009, o Blog do Repique fará uma radiografia dessa região – detendo-se nos melhores clubs, bares e endereços curiosos, mapeando a vida e o comportamento em torno dessa rua. O sexo, o dinheiro, a política, a trilha sonora, os grafittis, o dia e a noite desse microcosmo que vai do luxo ao lixo.

Território livre, campo minado – o mapa da balada:

OUTS - (Rua Augusta, 486 www.clubeouts.com/ )

Clubinho indie das antigas, um dos primeiros a surgir no Baixo Augusta. Foi onde efetivamente começou o agito. O Cansei de ser Sexy tocava lá quando ainda ninguém sabia do que se tratava a banda.

Inferno Club – (Rua Augusta, 501 http://www.infernoclub.com.br/ )

Aproveitou a força do Vegas e se consolidou na região. Sua programação é rock’n'roll. Tem parceria com a Trama, sendo portanto o espaço oficial do casting da gravadora. Formato galpão-com- palco- e- cortinas- de- veludo- vermelho.

Studio SP – (Rua Augusta 591 - www.studiosp.org/ )

Mistura de casa de shows e clube de balada. Um galpão com palco, mezanino, bares e lambes-lambes pelas paredes. O Ponto G da casa é sua programação – todo dia tem uma banda, projeto ou músicos novos que estão se estabelecendo na cena alternativa. Em tempos de Myspace, o Studio é o lugar físico onde surgem as bandas.

Mesmo durante a semana os shows começam por volta de uma da manhã. Ou seja, acaba com seu dia seguinte.

Principais hits do Studio SP: as bandas Del Rey – um cover animadíssimo do Roberto Carlos que lota a casa, Turbo Trio, Instituto, Hurtmold, Mallu Magalhães, Miranda Kassin – que faz um show tributo a Amy Winehouse e Thalma de Freitas.

Bar Malandro - Bar novo com telão para moçada hétero sem frescura. Deve ser bom para ver jogo. Enorme. Acabou de abrir ao lado do Studio SP.

Clube Vegas - Rua Augusta, 765 telefone: (11) 3231-3705

Foi o clube que definitivamente mudou a cara da Rua Augusta, transformando-a na rua das baladas.

Herdou noite Hells – o famoso afterhours de sábado para domingo.

Boca – (Rua Augusta, 902 - Tel: (11 ) 3459-7010)

O clube das meninas.

Ibotirama – (R. Augusta, 1230)

Bar de esquina, autêntico pé-sujo onde juntam loucos de toda a sorte. Apelidado de "mainstream do underground", fica perto do Espaço Unibanco e da faculdade ali da região, por isso lota de universitários. Bar bom para fazer o esquenta ou tomar a saideira. A cerveja é de garrafa, barata e gelada no copo americano, o frango a passarinho é um clássico. Lá, fala-se pelos cotovelos. Todo mundo tem uma opinião para dar. Assista à reportagem.

Tapas (Rua Augusta, 1.246)

Um dos poucos lugares mais ‘arrumadinhos’ e ‘decoradinhos’ do Baixo-Augusta. Sinal dos tempos, em 2008 a Augusta deixou de ser pé-sujo.

Misto de bar e boate, entendido de rock, eletrônica e afins. Toda quinta-feira jovens escritores tocam na festa da Mojo, uma editora virtual, fazendo sets de músicas inspirados em temas litrários.  (Assista à reportagem).

Sarajevo – (R. Augusta, 1385 - Tel: (11) 3253-4292)

Irmão do Outs, um dos clubes de shows alternativos mais antigos da cena do Baixo Augusta.

Boa programação, saindo do arroz feijão rock indie e música eletrônica. Tem noitadas de Dub e New jazz, por exemplo. Atrai um público culto e bem informado na cena musical.

Espaço Unibanco (R. Augusta, 1.470 e 1.475)

Cinco salas de cinema geridas por Ademar, que deram origem mais tantas outras em São Paulo e outras cidades do Brasil. Programação excelente, onde ao lado da Mostra de Cinema prosperaram os filmes de arte, europeus, asiáticos e iranianos. Apareceu fazendo contraponto às salas de cinema do Belas Artes.

Kebab Salonu (Rua Augusta, 1416 - www.kebabsalonu.com.br )

Fast food, barata e cosmopolita.Votado pelo Gia 4 Rodas como ‘ o melhor kebab de São Paulo’.

Ecletico’s - (Rua Augusta, 888)

Boteco biritado, irreverente e democrático.

Astronete (R. Matias Aires,183 - Tel: (11) 3151- 4568. www.astronete.com.br/ )

Clubinho espichado e estreito. Tem ótima programação de festinhas, todas bem freqüentadas por comunidades e guetos – rockabillys, fashion, indies, etc. Kid Vinil discoteca por lá. Serve Guiness… As paredes são repletas de pôsteres de cinema B. O dono é cinéfilo, morou no Brooklin (NY) e adora e conhece toda a cultura de HQs, filmes Sci-fi, gêneros Bs e trases. Promove várias mostras e sessões desses filmes ao longo do ano.

A Lôca – (Rua Frei Caneca nº916 www.aloca.com.br)

Clube das antigas, sobrevivente dos idos de 90 e poucos. Inferníssimo, é ‘mais under do que ground’. Onde o fim-de-semana vai mais longe na cidade - quem entra não sai antes de raiar o dia, mesmo que seja virando a noite de domingo para segunda-feira na festa Grind. Público GLS. Vários casos de ‘Boa noite Cinderela’. Não desanime, mas proteja-se.

FunHouse – (Rua Bela Cintra, 56 http://www.funhouse.com.br/ )

Clubinho indie, na leva do Outs e Sarajevo. Pistinha pequena e apertada,bem animada. Público mais jovem, de vinte e poucos, moderninho. Lá todo mundo tem um cabelo bem cortado.

Bar Geni. R. Bela Cintra, 539 - Consolação - São Paulo - SP. Tel: (11) 3129-9638

Casarão antigo,sobrado, em que as salas formam diferentes ambientes. Bom para ir de galera.

Drosophila - Rua Pedro Taques 80, tel.: 11 31205535

Bar de mineiro com toda sorte de objetos decorativos pelas paredes. Casa antiga com uma figueira no quintal. Super aprazível, mas ficou famoso quando proibiu o beijo na boca entre duas mulheres. Já devem ter superado o trauma.

Vídeo-reportagem: Thais Bilenky / Terra Magazine
Cinegrafia: Marco Manoel da Silva / Terra
Fotografia: Marcelo Pereira / Terra

Blogs que citam este Post

42 Comentários »

  1. E bom passar a conhecer a rua Augusta, assim q for a São Paulo, visitarei essa rua, para sanar minha curiosidade q foi despertada por meio desse blog.

    Valeu

    Comentário por Paulo — 7 de janeiro de 2009 @ 21:19

  2. Barbaridade, tchê, esta Rua Augusta é demais. Por favor escrevam com mais detalhes sobre esta rua com cara de nova-iorquina, São Paulo tem outras ruas e alamedas que merecem uma reportagem similar a esta. Nota dez.

    Comentário por álvaro — 7 de janeiro de 2009 @ 22:01

  3. O título deste Post, ” baixo-Augusta, onde convive Elite e Prostituição”, é um título RETUNDANTE.

    Isso porque na minha opinião os membros da tal “Elite” são perfeitos exemplos de “Prostituição”.

    Conheço a realidade desta região e sei que muitos dos membros da Elite, mauricinhos pagando de alternativos, usando tênis Vans, moradores dos Jardins, que vão à Europa as custas dos Pais várias vezes ao ano, usuários de Drogas, são exemplos acabados do que há de mais prostituto e corrompido na sociedade.

    Qual a diferença há entre as prostitutas que trabalham a noite inteira e dormem de dia, dos jovens da “Elite”, que passam a noite acessos nos inferninhos da Augusta, e de dia dormindo lesados das drogas?

    Sem contar que muitos dos da “Elite”, promovem surubas dignas de enrubecer qualquer prostituta. A droga rola solta e a Aids tambem e tudo o que se pensa no dia seguinte é descolar mais grana para fazer a tatoo na Ouro-Fino.

    O título deveria se chamar, Baixa-Augusta, onde convive a Protituição de Elite lado a lado com a Baixa Prostituiçao

    Comentário por vladoky — 7 de janeiro de 2009 @ 22:33

  4. Um bem humorado documentário de 15 Minutos sobre a Rua Augusta e seus variados personagens !

    Confiram !!!

    É bom pra dismitificar a tão popular e ao mesmo tempo odiada Augusta !

    Comentário por Eduardo Rocha — 7 de janeiro de 2009 @ 23:17

  5. Um bem humorado documentário de 15 Minutos sobre a Rua Augusta e seus variados personagens !

    Confiram !!!

    http://video.google.com/videoplay?docid=-421590494857202606

    É bom pra dismitificar a tão popular e ao mesmo tempo odiada Augusta !

    Comentário por Eduardo Rocha — 7 de janeiro de 2009 @ 23:19

  6. Achei essa reportagem genial!
    Poucas pessoas fazem guias sobre a cidade e carecemos de informação sobre o que fazer em São Paulo. Temos mais cultura e pontos para passar a noite, ou fazer um happy hour do que imaginamos e simplesmente não sabemos por conceitos pré-formados sobre ruas e regiões que evitamos frequentar.

    É a primeira vez que vejo esse blog e recomendo pelo menos esse artigo para quem se interessar.
    Se o blog continuar interessante assim (pois ainda não li o resto das mensagens) é bookmark na certa!

    PS.: não pensem que esse vladoky tem alguma consciência do que falou. É apenas mais um execrado da sociedade, mal-amado, que tenta pregar seu comunismo utilizando truques baratos e puritanismo da pior qualidade!

    Comentário por Fabrício — 7 de janeiro de 2009 @ 23:33

  7. Para falar com tanta desenvoltura e com tanta certeza o Sr. vladoky só pode ser uma dessas pessoas que ele acaba de citar, vulgos mauricinhos que vão pra europa se drogar e de dia dormem sobre efeito das drogas.

    Preconceito lamentável

    Comentário por Cass — 7 de janeiro de 2009 @ 23:42

  8. sério… li, reli, reli mais uma vez. Não consegui entender o que o cara queria dizer no comentário.
    Foi tentar explicar que um cara que possui melhores condições financeiras não pode frequentar a augusta?
    Foi tentar explicar que a elite só tem drogados?
    Foi tentar explicar que a augusta só serve pra prostituição?
    Sério, não entendi seu ponto de vista.
    Aliás, o que tem de errado em querer fazer sexo selvagem numa suruba?

    Bom, esse é um pico que todo mundo devia conhecer!

    Comentário por yudi — 8 de janeiro de 2009 @ 0:50

  9. Muito bom comentario, tudo verdade !

    A Paula Guedes deve ter bom conhecimento sobre a cidade de são paulo, por tudo que disse, realmente resumidamente a verdade !

    E por mais negativo que seja a reportagem sobre a Augusta, não deixa de ser um lugar gostoso de se andar num final de semana ou até mesmo de semana, vai do conservador ao mais eclético tipo.
    Tb não discordo do sr Vladoky.
    A reportagem é muita boa ! Parabéns !

    Comentário por Rafael — 8 de janeiro de 2009 @ 0:51

  10. Legal, muito legal. A Dona Augusta, pois já é uma senhora rua, continua fazendo história, se atualizando e trazendo muita diversão e lazer, com gente bonita, legal e interessante, para todos os gostos e idades, é uma opção muito boa, com preços camaradas, fácil acesso, praticidade e o melhor sem preconceitos… Vale à pena, eu me divirto muito numa boa!! Venham

    Comentário por André — 8 de janeiro de 2009 @ 1:46

  11. Tô muito ‘preocupado’ com o que acontece em são paulo….

    Comentário por Preocupado — 8 de janeiro de 2009 @ 1:58

  12. o mais lindo da rua augusta é a sensaçao de que vc pode fazer oque der na tua cabeça.
    ficou um tipo de um lugar aonde a pessoa poe pra fora seus demonios
    o completamente xarope convivendo do lado do completamente careta ajuda o clima. da um ar de cosmopolita
    um esquisito só é possivel na augusta.

    Comentário por tio de pijama — 8 de janeiro de 2009 @ 2:14

  13. Para o Fabrício,

    Não sou execrado pela sociedade, tampouco mal amado.

    Pregar comunismo? Sorry Honey. Eu nunca pregaria um fracasso como o comunismo. Puritanismo? Ué…. vc não sabe ler e não sabe interpretar? Disse no inicio do post que conheço a realidade da região, e sendo assim, qualquer criança poderia deduzir que frequento lá. E se frequento lá, com certeza não sou nenhum partidário do puritanismo. Falta a vc a inteligência para interpretar textos.

    Para o Cass, Yudi e outros que nao entenderam.

    Eu só quis dizer que se as Prostitutas são execradas pelo seu comportamento, isso é um preconceito vil da sociedade, porque muitos frequentadores da Elite, são tão ou mais corrompidos do que uma Prostituta. Agora cada um faz o que quiser da vida… fim de papo

    Comentário por Vladoky — 8 de janeiro de 2009 @ 2:32

  14. Nao existe Baixo-Augusta, e sim a parte inicial da Rua Augusta, em meio a todo tipo comercio, sexo, bares, boates, …entre amores ,procuras,buscas, beijos, furtos, brigas …existe uma poesia inexplicavel que eleva a regiao a um Alto Astral impressionante, nao é o cruzamento da ipiranga com a av. sao joao, alí existe muito mais, ali pode ser considerado o centro cultural do mundo, toda pessoa se sentirá com esperança, ninguem sente solidao em meio a tanta beleza e poesia ! ! ! .

    Comentário por Pedro — 8 de janeiro de 2009 @ 2:46

  15. Nao dá para nao escrever = Parabens Vladoky, belissima visao e opiniao sobre a sociedade e a bela Augusta, e brilhante resposta as críticas, vc sintetizou a historia e a eterna Augusta (sempre contemporanea).

    Comentário por Pedro — 8 de janeiro de 2009 @ 3:09

  16. Deixem as prostitutas fazerem o trabalho delas em paz!
    Elas apenas oferecem um serviço, “contrata” quem quer…

    Se não gosta de Prostitutas, ninguém mandou ir morar na Augusta…

    Comentário por Marcio — 8 de janeiro de 2009 @ 6:42

  17. DIZER QUE A RUA AGUSTA ”…Foi o clube que definitivamente mudou a cara da Rua Augusta…” É UMA FARÇA.VOCÊ DEVE ESTAR LOUCO. E O SARAJEVO, A LOCA ENTRE OUTROS. ESSES SIM, ESTÃO SOLIDIFICADOS POR LA…O VEGAS (LIXO) SÓ EXISTE POR CONTA DELES. E VOU ALÉM, SE VC É UM BOM ENTENDEDOR DE REGIÃO IRIA CITAR O BAR VITRINE. MAS VC NAO DEVE SABER ONDE FICA, POIS ELE NÃO TEM FAXADA. MAS COM O TEMPO VOCÊ APRENDE.E OUTRA, O IBOTIRAMA NÃO É PÉ SUJO. CUIDADO COM SUA PALAVRAS, POIS NEM TODOS A INTERPRETARAM DA FORMA COM QUE VOCÊ QUER.

    Comentário por CHAPOLA — 8 de janeiro de 2009 @ 7:06

  18. Deixem as prostitutas fazerem o trabalho delas em paz!
    Elas apenas oferecem um serviço, “contrata” quem quer… ????
    Discordo desta frase… seria o mesmo que dizer, deixem os traficantes venderem drogas em paz, compra droga quem quer.. Pelo amor de Deus. ACORDA !!!

    Comentário por Sérgio — 8 de janeiro de 2009 @ 7:13

  19. Esqueceram de falar do Vitrine!!!

    Comentário por Mikhas — 8 de janeiro de 2009 @ 7:13

  20. Sensacional a esquina do Ibotirama,,, quem não conhece vá é espetacular,,, um espaço para todas as tribos,,,,, boar reportagem , aproveitem essa rua que é fantastica, principalmente a região do Ibotirama

    Comentário por VALDIR VASQUES — 8 de janeiro de 2009 @ 7:25

  21. Sérgio

    Acho que se vc pensar um pouquinho, vai apagar o comentário que fez!!!

    Vá atrás de quem contrata do serviço e não de quem oferece… Se não tem procura a um determinado serviço, pra que existi-lo!!!

    Acorda pra vida…

    Comentário por Marcio — 8 de janeiro de 2009 @ 7:33

  22. Frriiiiiiiiiitaaaaaaa!!!!!!!!!! Hauhuahuahuahuahauhau!!!!!!!!!

    Comentário por Andre — 8 de janeiro de 2009 @ 7:35

  23. A imprensa é livre como um táxi

    Comentário por Heitor — 8 de janeiro de 2009 @ 7:44

  24. Moro aqui na Rua Fernando de Albuquerque esquina com o Ibotirama realmente esta rua é onde você ve de tudo e tem lugar para todos os gostos, fora que as meninas que trabalham por la são lindas kkkkkkk.
    Vale a pena conhecer todos estes lugares citados na reportagem.

    Abraxxx

    Comentário por Valdir Oliveira Rodrigues — 8 de janeiro de 2009 @ 7:44

  25. Moro aqui na Rua Fernando de Albuquerque esquina com o Ibotirama realmente esta rua é onde você ve de tudo e tem lugar para todos os gostos, fora que as meninas que trabalham por la são lindas kkkkkkk.
    Vale a pena conhecer todos estes lugares citados na reportagem.

    Abraxxx

    Comentário por Valdir Oliveira Rodrigues — 8 de janeiro de 2009 @ 7:44

  26. Moro aqui na Rua Fernando de Albuquerque esquina com o Ibotirama realmente esta rua é onde você ve de tudo e tem lugar para todos os gostos, fora que as meninas que trabalham por la são lindas kkkkkkk.
    Vale a pena conhecer todos estes lugares citados na reportagem.

    Abraxxx

    Comentário por Valdir Oliveira Rodrigues — 8 de janeiro de 2009 @ 7:45

  27. Apesar de não frequentar muito a Rua Augusta, adorei a reportagens e as dicas sobre os bares…

    E como é triste saber que ainda existe preconceito!!! Cada um, cada um…

    Comentário por Matilde — 8 de janeiro de 2009 @ 7:52

  28. Definitivamente o clube Outs já foi bem mais freqüentado. Hoje em dia, o Inferno logo na frente, proporciona música de melhor qualidade, espaço e ar condicionado! Minha escolha definitivamente é o “novo” Studio SP (antigamente situado da Vl Madalena), sempre com bandas de renome no underground, bom atendimento, serviço de primeira, camarote e zaz.
    Alguém falou do Vitrine, no qual esqueceram de publicar no blog, na minha humilde opinião a pizza de lá é horrenda e as mesas são muito altas, assim quase comendo de pé. Enfim, o Ibotirama é opção de um after, ou um esquenta com cerveja, caipiroska (que nunca tem de kiwi) e vale até mesmo um petisco! Atendimento sem frescuras, com chulé e descontração.

    Comentário por Jules — 8 de janeiro de 2009 @ 7:59

  29. Adoros lugares boemios, com gente de todo tipo misturada é show… temos que respeitar o gosto alheio, cada um na sua…ninguém precisa fazer aquilo que não quer…parabéns pela reportagem.

    Comentário por José Carlos — 8 de janeiro de 2009 @ 8:28

  30. muito boa a materia…
    moro em jundiai e sempre tive vontade de ir numa balada na augusta .
    e agora ficou mais facil…

    parabens

    Comentário por pita — 8 de janeiro de 2009 @ 8:35

  31. Sou paulistana, amo Sampa e nada de ruim que disserem vai atingir minha amada cidade. Aqui tudo acontece, td existe, td se acha, td aparece, td se aprende, td se conquista. É só ter a mente aberta para diferentes culturas, tirar a venda, se despir da hipocrisia e do falso puritanismo que enxergamos o quão bela e interessante é a nossa cidade. Portanto, frequentem mesmo, todo e qualquer lugar aqui em Sampa, VIVA E DEIXE VIVER. Bj a todos

    Comentário por Ritinha — 8 de janeiro de 2009 @ 9:10

  32. nossa eu adoro as mulheres.não fale mal delas.cada uma cuida da sua vida.da quem quer…fritulas são muitas boas.rsrsrs

    Comentário por elias — 8 de janeiro de 2009 @ 9:12

  33. EU COMENTEI AS DEZ DA MATINA…KD O VITRINE…
    ESQUECEU DELE PULA…REFAÇA A MATÉRIA MULHER.
    …………………………………………..

    Em 08.01.09, às 10:06:53, CHAPOLA disse:
    DIZER QUE A RUA AGUSTA ”…Foi o clube que definitivamente mudou a cara da Rua Augusta…” É UMA FARÇA.VOCÊ DEVE ESTAR LOUCO. E O SARAJEVO, A LOCA ENTRE OUTROS. ESSES SIM, ESTÃO SOLIDIFICADOS POR LA…O VEGAS (LIXO) SÓ EXISTE POR CONTA DELES. E VOU ALÉM, SE VC É UM BOM ENTENDEDOR DE REGIÃO IRIA CITAR O BAR VITRINE. MAS VC NAO DEVE SABER ONDE FICA, POIS ELE NÃO TEM FAXADA. MAS COM O TEMPO VOCÊ APRENDE.E OUTRA, O IBOTIRAMA NÃO É PÉ SUJO. CUIDADO COM SUA PALAVRAS, POIS NEM TODOS A INTERPRETARAM DA FORMA COM QUE VOCÊ QUER

    Comentário por CHAPOLA — 8 de janeiro de 2009 @ 13:28

  34. Tem lugar que passou desapercebido na materia…

    E esqueceram de falar dos nóias que ficam oferecendo “farinha” na esquina do Ibotirama.
    Alí é a babylonia, terra de ninguém.

    Comentário por Osmar Cappi — 9 de janeiro de 2009 @ 8:34

  35. Olha ai o comentario da loca depois fala que não sei das coisas, e esse botirama ai?

    Comentário por andre — 9 de janeiro de 2009 @ 8:42

  36. Kebab Salonu :” Fast food, barata e cosmopolita” .

    Barata?!? Aonde? Caro bagarai!

    Comentário por Lulinho — 9 de janeiro de 2009 @ 22:00

  37. Nenhum destes locais mencionados na reportagem tem importancia alguma, sao ondas que passam, assim como as determinadas pessoas que frequentam este ou aquele estabelecimento. A única teoria que determina tudo e toda a magia é o simples fato de ser e estar na Augusta. = Foi comparada a Nova York e a Broadway ! ! ! , uma ofensa a Augusta, que simplesmente ignora, Ela sabe que está localizada em uma metropole infinitamente maior e seu universo de pessoas e horarios é incomparavel, assim como seu encanto único no mundo.

    Comentário por Pedro — 10 de janeiro de 2009 @ 4:23

  38. só faltou falar do frevinho que é um restaurante delicioso …

    Comentário por daniel — 12 de janeiro de 2009 @ 11:34

  39. Interessante essas matérias sobre a Baixa Augusta.

    Ja passei por la uma vez, e mesmo sem nunca ter ido a qualquer balada de lá, vc sente no ar que respira que la é um lugar onde tudo acontece.

    Qto as prostitutas, sei lá, acho que cada um é dono e JUIZ do proprio destino que escolhe. Não sou ninguém para criticar ou dar liçoes de moralismo.

    Acho muito mais vagabunda uma menina de menor que nao faz nada na vida, dar pro primeiro cara que conhece numa festa da rua (e de graça), pra depois engravidar, deixar o filho pros pais cuidar e continuar se jogando pela vida, até arrumar outros.

    É só uma opinião, a quem discordar ou se ofender, tenha pelo menos bom senso ao responder. O primeira lição que alguem tem que dar ao querer falar alguma coisa é a da sua propria educação.

    Parabéns ao blog.

    Comentário por Danilo M. — 12 de janeiro de 2009 @ 12:23

  40. E o Vitrine? Ponto de encontro dos emos e simpatizantes de emos.

    Comentário por António Frota — 12 de janeiro de 2009 @ 13:21

  41. LEI MARIA DA PENHA (Nº 11.340/2006 ) GERA APARTHEID
    “COTAS PARA NEGROS NA UNIVERSIDADE - COTAS PARA COTAS (MARIAS) NO LAR”

    Nós, latinos, temos o emocionalismo como traço marcante da nossa personalidade. É só ocorrer um crime bárbaro para que, no dia seguinte, as ruas amanheçam cheias de gente clamando pela votação da pena de morte. Somos fantoches do método científico indutivo: parte-se de um fato isolado para o geral. A Lei Maria da Penha é um bom (mau) exemplo desse tipo de generalização. Bastou que o marido de uma certa Maria da Penha, cheio da cana, espancasse gravemente a companheira, para que as feministas arrancassem o clamor das massas capaz de sensibilizar os congressistas, levando-os à aprovação da Lei.
    Como fere o sagrado princípio de isonomia, por si só, já é uma Lei inconstitucional; porque assegura à mulher o direito de apenas bater, e ao homem o dever só de apanhar. E quando a reação do homem for provocada? Logo agora que as mulheres tanto reclamam pela igualdade de direitos? Trata-se de uma regra anacrônica; defasada ou um tribunal de exceção! Os senhores legisladores e juristas não tiveram a faculdade suficiente para perceberem que gradativamente as mulheres vêm assumido crimes próprios dos homens, num passado recente. Elas estão traficando, seqüestrando, comandando quadrilhas etc. As amélias são uma espécie em extinção.
    Cientes do seu rótulo de sexo frágil, elas sabem muito bem tirar partido dessa “desvantagem”. Por exemplo: se a esposa agride o marido, e ele grita um ai de dor, nenhum vizinho chama a polícia. Mesmo que o homem esteja sendo atacado com uma arma, e se ainda assim, ele privar os braços da mulher para que ela não materialize o crime; ela vai-se autovitimar, berrando para passar a idéia de que está sofrendo agressão. Mais uma vez a polícia será chamada. A esposa pegou um revólver e tentou contra a vida do companheiro. Ele foi à delegacia e tentou registrar uma queixa. O que o trouxa vai ouvir do delegado, ou pior ainda, da delegada? - “Coitada, essa mulher agiu por desespero, nem atirar a pobre sabe!” Mas, se ao invés disso fosse o homem o tentador, aí o cassetete rolava! Fique esperto, você que gosta de dar uma escapadinha fora: com o advento dessa Lei, qualquer transa de bom grado pode-se reverter em um estupro. Basta a parceira assim denunciar. (Recusou-se a pagar além do valor acertado?). Até você provar que focinho de porco não é tomada, já virou “boneca” de detentos.
    Nesse tipo de maquiavelice as mulheres são mais maliciosas que os homens. Quando estão na presença de outras pessoas, costumam tratar o maridão da melhor maneira possível, porém, entre quatro paredes, o tratamento é totalmente diferente. Para quando acontecer uma briga envolvendo ambos, todo mundo vai dizer: “Quem não presta é ele, porque aquela mulher é uma santa!” Por pensar que tudo pode, o homem é mais imperito nesse tipo de artimanha, seus atos são visíveis e sem as devidas cautelas.
    Todo o texto da Lei Maria da Penha se resume a uma só palavra, autodeterminação, quer dizer: a mulher está livre para fazer o que lhe der na telha, sem que o esposo possa nada fazer para dissuadi-la do seu intento. Está cravadinha lá no Inciso II do Artigo 7º.
    -”Alô amor, eu estou aqui no motel ‘taca pra dentro’, com o seu melhor amigo. Mais tarde a gente se vê!”
    Onde fica a ética conjugal, nesta nação a caminho de uma maioria evangélica? O homem que ainda é o membro a responder pelo sustento de grande parte dos lares, mais do que sempre, não vai passar de um otário. Seus filhos, ele não pode mais disciplinar, mas pode apanhar dos mesmos e a polícia pode matá-los de graça. Hoje, até os verbos com os quais os filhos se dirigem aos pais, já são por demais sabidos: quero, compra, paga…….E a contrapartida, qual é? Se o segredo da prosperidade está na relação positiva entre bem ativo/bem passivo. E sendo o filho um bem passivo, pois só dá prejuízo?……..
    No caso de uma separação conjugal e a consequente partilha, aí mesmo é que se vê que aquele laço marital e paternal era uma farsa. Começa a guerra pelo pedaço maior da carniça. Vamos saber quem é mais cruel na capacidade de empobrecer o outro. “Como mercadoria e mulher que sou, sei que se eu deixar esse cara quebrado, ele não vai ter dinheiro para comprar outra fêmea”. Tramam as vigaristas. -Desde quando ficou provado que um filho concorre para o crescimento patrimonial do pai? Ao contrário, o filho é alguém que está a subtrair o progresso material do genitor. Não é à toa que em várias nações européias casais não querem mais ter filhos, é uma atitude anti-econômica e idiota. Outrossim, a maioria dessas que se dizem casadas, no civil e no religioso, com toda a pomba que a tradição exige, filhas de família etc; elas têm o caráter mais podre que quaisquer meretrizes do mais baixo puteiro. Eu afirmo isto com experiência própria.
    Existem mulheres que, ao apresentarem suas petições na justiça para extorquir o homem, chegam a alegar que foram objeto sexual do cara durante “n” anos, por isso pleiteiam uma compensação financeira. Ora, a transa é um ato de satisfação recíproca, é um dar e um receber ao mesmo tempo. Logo, nessa relação, não haverá credor nem devedor. Exceto se houver um vínculo declarado de prostituição comercial, peculiar a putas, michês e travestis. No critério da cobrança de real por “trepada”, a mulher teria que instalar um registro, daquele usado em bilharina, para marcar quantas vezes a “gaveta” entrou e saiu. Já se fala até de piranhas que quando vão para cama com algum “barão”, furam a camisinha para engravidar, e depois requererem uma pensão alimentícia fabulosa.
    Ademais, aplacar briga de casal, não deve ser atribuição dessa quadrilha pandemônica, que muitos babacas insistem em chamá-la de polícia. Pois, muitas vezes, a separação definitiva se dá mais por incitação dos bandidos policiais e pelo constrangimento do marido ou esposa, ao verem seus problemas domésticos tratados por quadrilheiros tão imundos. Esta é a chantagem mais comum que os “tiras” canalhas fazem contra a mulher: “Senhora, se você voltar pra esse cara, na próxima briga, nós não viremos lhe socorrer!” Em estado de descontrole, a vítima acaba acatando o conselho dos safados. Porventura, existem fêmeas para levar mais porradas do que as companheiras de policiais? Pesa também contra o homem, o lobby feminino constituído pelas autoridades afetas à questão: DELEGADA, PROMOTORA, JUÍZA……. E o mais grave: a cada dia, abrem-se espaços para que este TRIO se apresente nas pessoas de feministas, sapatonas, separadas, cortesãs (putas VIPs) e chifreiras. Ou seja: mulheres avessas ao modelo familiar tradicional, onde o masculino é a figura dominante.
    A adjetivação “dona de casa”, embora não seja recente e até pareça um tanto depreciativa, nestes dias, virou um nominalismo mesmo, na acepção filosófica da palavra. Visto que, quase sempre, quando há separação litigiosa entre casais, ela é a dona da casa. Ao mané, mesmo tendo construído o imóvel, sobra-lhe o olho da rua. Nada de se estranhar, nesta onda de inversão de valores: o inútil se sobrepondo ao útil, o injusto ao justo e por aí vai! Quando é que direito vai virar sinônimo de merecimento?
    Se todas as comunidades “pseudofrágeis” forem protegidas por um estatuto, o cidadão produtivo vai-se transformar em um penetra no inferno sem ter lugar pra fugir. E com todo o meu respeito para com as mulheres decentes e companheiras: taí a Lei Maria da Penha, para quem pensa que só no hinduísmo a VACA é sagrada!
    Benigno Araujo Dias.
    PS: atualmente estou encabeçando um movimento nacional pela inconstitucionalidade da
    Lei Maria da Penha. Até que consigamos pressionar a Procuradoria Geral da República a impetrar uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADIN) junto ao Supremo Tribunal Federal. Não porque somos defensores de homens espancadores de mulheres, mas porque a questionada Lei transgride o princípio de isonomia, e no Código Penal Brasileiro já consta uma legislação suficiente para punir os mais diversos delitos.
    ANTES QUE ARTIGO FEMININO VIRE ARTIGO PROIBIDO

    Comentário por BENIGNO ARAUJO DIAS — 13 de maio de 2009 @ 9:52

  42. As Garotas Que Estão COM MIDAS

    Midas, rei da Frígia (Grécia), foi filho do rei Górdias e da deusa Cíbele. Do deus Dionísio, Midas recebeu o dom do toque áureo: tudo que ele tocasse, virava ouro. Nosso mundo contemporâneo, se não tem o Midas em pessoa, mas pelo menos conta com o seu avatar: o magnata mexicano, Carlos Slim Helú, atualmente, o homem mais rico da terra; proprietário da operadora de celular, “claro”, e outras empresas no setor da telefonia. Tem a fama de ressuscitar empreendimentos falidos, porquanto, isso lhe rendeu o apelido de Midas.
    Aproveitando essas coincidências históricas entre Midas, celular e Dionísio, podemos ver este trio incorporado nas garotas de programa dos dias atuais. Sequer podia prever Martin Cooper, quando inventou o primeiro aparelho de telefonia móvel (depois aperfeiçoado pela Motorola), que sua criação fosse revolucionar a indústria da prostituição. Assim como Santos Dumont jamais cogitou que sua invenção fosse converter-se numa devastadora máquina de guerra. Somando-se a isso o fato de Dionísio ter sido o deus da orgia.
    Em conversa com uma putinha biscateira, ela me confidenciou que nunca ganhou tanta grana com sexo, igual após o advento do celular. Hoje, graças ao celular, ela e sua corja podem fechar vários negócios com machos diferentes, no “pregão da bolsa”, os encontros são marcados à velocidade da luz (300.000 km/s), as possibilidades de desencontros caíram para níveis próximo a zero. Todas elas têm o número 190 como telefone de emergência. Desse modo, levar calote ou bolacha do parceiro ficou mais raro, pois a polícia é logo acionada.
    -Vejamos o que diz a bíblia acerca da prostituição:
    Em Provérbios - 9:13-18 “A mulher tola é alvoroçadora; é insensata, e não conhece o pudor. Senta-se à porta da sua casa ou numa cadeira, nas alturas da cidade, chamando aos que passam e seguem direitos o seu caminho: Quem é simples, volte-se para cá! E aos faltos de entendimento diz: As águas roubadas são doces, e o pão comido às ocultas é agradável. Mas ele não sabe que ali estão os mortos; que os seus convidados estão nas profundezas do Seol (inferno).” E 5:3-14 “Porque os lábios da mulher licenciosa destilam mel, e a sua boca e mais macia do que o azeite; mas o seu fim é amargoso como o absinto, agudo como a espada de dois gumes. Os seus pés descem à morte; os seus passos seguem no caminho do Seol. Ela não pondera a vereda da vida; incertos são os seus caminhos, e ela o ignora. Agora, pois, filhos, dai-me ouvidos, e não vos desvieis das palavras da minha boca. Afasta para longe dela o teu caminho, e não te aproximes da porta da sua casa; para que não dês a outros a tua honra, nem os teus anos a cruéis; para que não se fartem os estranhos dos teus bens, e não entrem os teus trabalhos na casa do estrangeiro, e gemas no teu fim, quando se consumirem a tua carne e o teu corpo, e digas: Como detestei a disciplina! e desprezou o meu coração a repreensão! e não escutei a voz dos que me ensinavam, nem aos que me instruíam inclinei o meu ouvido! Quase cheguei à ruína completa, no meio da congregação e da assembléia.”
    Em 1 Tessalonicenses 4:3 “Porque esta é a vontade de Deus, a saber, a vossa santificação: que vos abstenhais da prostituição.”
    Porém, em Mateus 21:31-32 “Qual dos dois fez a vontade do pai? Disseram eles: O segundo. Disse-lhes Jesus: Em verdade vos digo que os publicanos e as meretrizes entram adiante de vós no reino de Deus. Pois João veio a vós no caminho da justiça, e não lhe deste crédito, mas os publicanos e as meretrizes lho deram; vós, porém, vendo isto, nem depois vos arrependestes para crerdes nele.”
    E em Hebreus 11:31: “Pela fé Raabe, a meretriz, não pereceu com os desobedientes, tendo acolhido em paz os espias.” Alfim, em Mateus e Hebreus as meretrizes ganham o indulto divino. Talvez aquelas que insistem nessa prática pecaminosa imaginam que com o cachê ganho possam comprar a salvação através do dízimo pago.
    Se a biblia sagrada não fosse um alfarrábio tão contraditório, já que o Brasil virou um puteiro, Satã teria que aprender protuguês para recepcionar tantas fornicadoras vestidas de verde e amarelo.
    Dantes, Zonas do Baixo Meretrício – ZBMs, eram bordéis excluídos do meio sócio-familiar. Mas com o desaquartelamento das “piranhas”, tornou-se impossível isolar esse antro. Presentemente, um cabaré pode estar em um lar, carro, numa escola ; a putaria apresenta-se pulverizada e onipresente.
    O perfil das prostitutas também vem passando por uma conversão adaptativa. Aquelas prostitutas que outrora eram vendedoras de prazer, agora, na segunda geração de bastardas estão dissimuladas sob eufemismos como: mãe solteira, produção independente, liberal, free lance etc. Todas se esforçam para imitar a esperteza da piriguete da novela das oito: mentindo, iludindo e extorquindo. Depois de ficarem assolapadas de tanto transar com os pitboys das drogas, uma vez sucateadas, buscam refúgio em um coroa ou fazem um jogo paralelo com este. Quem é o coroa? É aquele trouxa depois dos 45 anos, que batalhou a vida inteira e conseguiu acumular uns BENS para comprar uns AMORES. A vagabunda sabe que, para o marmanjo, ela ainda está com a bola toda: o coitado tem de pagar pela diferença de idade, se quiser ter do seu lado uma carne nova capaz de elevar a auto-estima do mané. Esse sim, é um MIDAS nas garras das putinhas vigaristas. Logo o idiota velho é convertido em “meu marido, meu esposo” etc. -“Tu viste lá, fulana, nossa colega Espertereza com um coroa passeando num carrão esticado?! Poderosa, né?!” Cobiça a sua colega Porforina que ainda não fisgou um pato. “A gente quer mais é se dar bem!” Arrotam as vadias.
    -Como se pode ver, as putas modernas tiram o máximo de proveito de sua profissão: oferecem-se como produto de exportação, fazem parceria com criminosos, forjam gravidez com empresários, cadastram-se em programas assistenciais do governo, pagam curso universitário com o próprio sexo, sindicalizam-se como lavradoras ou pescadoras de araque e compõem outros esquemas. Elas cometem suas delinquências porque têm a certeza da causa ganha. Pois sabem de suas co-irmãs, cortesãs congressistas, que legislam a aprovam leis que asseguram o triunfo das mulheres safadas sobre os homens.

    Comentário por BENIGNO ARAUJO DIAS — 13 de maio de 2009 @ 9:52

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