O Salão das Putas do Baixo-Augusta
Quem atende as meninas que atendem: o turno da noite na Rua Augusta para quem trabalha.
Ivete Pessoa de Araújo, gerente do salão.
Lendária, democrática, mistura de todas as faces de São Paulo e de toda sua gente. Durante a noite no Baixo –Augusta chamam atenção alguns salões de beleza que ficam abertos até altas horas da noite.
Minutos antes das 12 badaladas, o Repique entrou num deles e conversou com Léo, o cabeleireiro que atende ‘as meninas’ da região no salão Giva – R. Augusta 883. Para ele: "quem trabalha em salão aqui na Augusta não fica mais bobo, a gente passa por mil situações que às vezes uma pessoa não passa durante a vida inteira".
Veja também:
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» Baixo-Augusta, onde convivem elite e prostituição
Léo, desde quando o salão existe aqui?
O salão está aberto desde 2002, 2003, mas não trabalho aqui desde o começo.
O salão funciona a noite toda?
A gente abre às nove da manhã e fecha uma, duas da manhã, quase 24hs. Fica aberto até esse horário porque a gente atende o pessoal da noite da Augusta. As meninas dormem durante o dia e precisam de alguém para fazer o cabelo e maquiagem pro agendamento da noite.
Achei que fosse para arrumá-las para a ‘troca de turno’ elas vão lá, trabalham e se recompõem.
Qual o penteado mais popular e oficial aqui?
Escova lisa. Todas fazem o cabelo liso e põem aplique… Acho que até é fetiche dos homens "mulher de cabelo comprido". Às vezes até sugiro fazer uns cachos, mas não tem jeito, elas não topam.
Qual o movimento do salão durante o dia?
De dia é o público das empresas em volta. Mas à noite das meninas, tem muito mais movimento.

Na sua opinião como anda o movimento aqui na Augusta?
De uns cinco anos para cá, mudou demais. Diminui porque a Augusta mudou muito. O público da noite não procura mais garotas de programa. Os homens não procuram mais sexo com elas, não vão atrás de garotas de programa porque tem uma facilidade de pegar mulheres na noite. As mulheres estão mais fáceis. Essa liberdade sexual de hoje diminuiu o trabalho delas. Os caras já nem estão se esforçando mais muito, não. E nem elas. Eles nem precisa cantar tanto. Eles pensem "por que eu vou pagar Se eu posso pegar alguém na noite". E acho que a tendência é piorar.

É barato o programa aqui?
O mais barato delas acho que é R$ 50. Chega a R$ 150 as meninas mais bonitas e selecionadas. Tem bastante.
(Algumas garotas são mais baratas que outras! – foto: André Carvalho)
E onde que elas transam? Vão para hotéis ou motéis?
Transam na boate mesmo. Tem quartinho lá. Os ‘American bar’ são pista, bar e quarto.
E as baladas aqui da rua? Transformou geral em relação ao que era antes, há cinco anos…
A Augusta está tomada por baladas. Nem sei como classificá-las porque são todos meio parecidos, - Emos, punk, gays, está uma mistura, virou uma bagunça. Não é legal. Antes, essa rua era estrelada, meninas do começo ao fim. Quem está atrás de sexo quer ir atrás de sexo mesmo, não de diversão. Imagina se amanhã ou depois, ali no Jockey Clube (área de travestis de São Paulo) vira um monte de balada. Os caras vão ficar constrangidos de aparecer ou ficar passando com o carro.
Homem tem disso - ele vai e paga, mas não quer que os outros vejam que ele pagou para ter sexo.
E constrange as prostitutas também que não vão ficar de palhaças para qualquer um vir tirar sarro da cara delas. Elas foram embora. A nova geração se agencia pela internet. Outra coisa que diminui o movimento foram as leis da Prefeitura, que fecharam algumas casas.
Você deve escutar muitas histórias por aqui… Qual o sonho delas?
Elas sempre acreditam que vão cantar ou dançar um dia na TV. Sonham em ser modelo. Elas caem na noite e não sei o que esperam. Dentro da boate muitos homens falam que elas são lindas. Homem é cínico e elas acreditam. Se iludem.
E essas roupas nas araras, são para as meninas comprar ou alugar?
Para comprar. Sempre saia curtinha, bota, ’sandaliona’ com tiras para usar com shortinho. Bem uniforme de garota. Essas roupas têm histórias.
De repente entra uma das meninas para fazer uma escova e anuncia que tem iPhone de 8gigas por R$ 500 e de 16 gigas, R$ 800…
Léo comenta: Aqui na Augusta a gente compra ‘de tudo’ também por um preço ótimo. Celulares… Essa daí põe os clientes para dormir e ‘azuela’.

Tem muito furto entre as meninas?
São poucas, só umas doidas que vão na onda. É raríssimo. A maioria é bem honesta, trabalho direitinho. São preocupadas com seus clientes, com sua saúde.
Como é com droga por aqui?
Tem muita. É bastante. Tem no puteiro, na balada e no meio da rua. Você sente no ar. Um minutinho e você vê tudo. A Augusta é um lugar onde tem tudo de bom e tudo de ruim ao mesmo tempo.

E vocês atendem muito?
Às vezes umas 20 clientes, das sete à meia noite.
As meninas no geral moram em pensões em volta daqui. Elas não saem muito por aqui. Elas próprias têm preconceito de ir a outros lugares, por exemplo ir no shopping – elas têm preconceito com elas mesmas. Aqui a gente já está acostumado. O salão aqui é bem próprio para elas se sentirem à vontade.
Elas chegam já de saltão, shortinho, fazendo plac-plac-plac, cantando, conversando, fazendo aquela ignorância. Não se constrangem com o que são. Falam o que querem. E em outros salões, quem tem cultura, não necessariamente quer ouvir.
E quanto elas atendem por noite?
Depende também muito do dia. Já vi cliente que já atendeu oito numa noite. E clientes que atendem um. Às vezes essa que atendeu oito, trabalhou a noite inteira e não tirou o que uma atendeu com um só cliente. É o dia da sorte delas, tiram mil, mil e quinhentos reais.
(foto: Flickr Tom-b)
Ah, tem o ‘Dia da Sorte’?
Tem o Dia da Sorte, quando pega um cliente ótimo, que passa a noite junto, paga a bebida – elas ganham comissão das bebidas - e no final ainda sai e paga um programa altíssimo com ela. Ela não fez nada, trabalhou super pouco, se divertiu e ganhou dinheiro.
E você que trabalha no salão de beleza da Augusta, aqui beleza conta?
Nem sempre as mais bonitas ganham mais. Conheço umas que são lindas, mas que não trabalham bem.
A noite é uma sorte. Às vezes a menina tem um cheiro, um jeito que conquista o cliente. E outras, que são lindas não têm o que eles procuram. Homens por aqui buscam por fetiches. Beleza aqui não é o importante.
Vídeo-reportagem: Thais Bilenky / Terra Magazine
Fotografia: Marcelo Pereira / Terra
Cinegrafia: Hugo Manoel / Terra
Me poupem! O que ele pode entender de mulheres?
Comentário por César — 8 de janeiro de 2009 @ 18:58
Legal a Repo. Do jeito que a coisa vai, a mulherada vai andar com o adesivo na testa “Aceito Cartão de crédito”.
Aliás, já existe uma empresa que presta este serviço por telefone celular para as moçoilas. Quem estiver a fim, segue o link: http://www.realcash.biz
Comentário por paulista — 8 de janeiro de 2009 @ 21:36
Gostei muito dessa matéria e sinceramente para quem mora em cidade pequena não vê muito disso ( mas tem) gostaria muito de poder conhecer essa tão famosa Augusta. E ai eu digo é por isso que não se acha mais homens (mulheres) que levam um namoro ou casamento a sério. Está liberado geral ninguém mais se preocupa com nada.
Abraço
Comentário por Janete — 8 de janeiro de 2009 @ 22:56
Esssa profissão deveria ser reguamenta e ter sindicato !
só assim elas senteriam trabalalhadoras de verdade . . .
ver o lula é . . . e todo mndo gosta dele pq será . . ..
Comentário por Monte — 9 de janeiro de 2009 @ 5:10
Muito engraçado!!!
Antigamente a mulherada pagava de madre tereza, e as garotas de programa sempre foram as safadas da história.
Hoje temos a certeza q muitas dessas tinham mesmo éra vontade de fazerem igual mais não tinham coragem.
Garotas fazem por dinheiro e as vezes nem gostam…
O engraçado é q essa mulherada faz tudo o q garota faria e pior não cobram….
Então eu pergunto?? quem são as verdadeiras PUTAS??
Comentário por Cathe — 9 de janeiro de 2009 @ 7:09
FALA SÉRIO, ISSO É UMA PROFISSÃO…
NA MINHA OPINIÃO ELAS DEVERIAM TER SINDICATO E CARTEIRA.
TA CERTO QUE A MAIORIA DAS MENINAS ( VIRGENZINHAS DO PAU OCO) AGORA FAZEM DESSA PROFISÃO UM HOBBY, O QUE ESTA ESTRAGANDO AS VERDADEIRAS PROFISSIONAIS DE GANHAR DINHEIRO…RS
Comentário por CARLÃO — 9 de janeiro de 2009 @ 7:19
VOCÊ ESTÁ DE BRINCADEIRA…ONTEM FOI AS BALADAS DA RUA AGUSTA…HOJE SÃO OS SALÕES DE CABELOS…
O QUE ESTÁ ACONTECENDO ?
VOCÊ ESTÁ FRUSTADA COM ALGO DA RUA AGUSTA…FOI ALGO QUE FALARAM DE VOCÊ, POIS O QUE PARECE VOCÊ CHAMAM AS MENINAS DA AUGUSTA A TODO MOMENTO DE PUTA…É PUTA PRA CÁ….PRA LÁ.
ME PARECE QUE AS MENINAS INCOMODAM VOCÊ.
CHAMA-LAS DE FACEIS….QUE ISSO, NUM TEMPO DIFICIL COM ESSE, TODOS FALANDO EM RECESSÃO…VOCÊ QUER QUE TUDO SEJA DIFICULTADA AINDA MAIS.
Comentário por CHAPOLA — 9 de janeiro de 2009 @ 7:46
Elas estão na região da Indianópolis agora, tem tudo la, traveco, puta e viado disfarçado de homemzinho.
Passo sempre tarde da noite na avenida devido ao horário do meu trabalho e tem dias que tem pessoas apenas de roupão de banho na rua, quando vc passa “elas” abrem o roupão para mostrar o conteúdo.
É redículo, mas é a verdade.
Comentário por O Navegador leitor — 9 de janeiro de 2009 @ 7:50
É amigos … a crise está em todas as profissões !!! Salvem quem puder!
Comentário por Regina Lucena — 9 de janeiro de 2009 @ 7:58
E um dia… quando algo der errado, saúde, dinheiro, preocupações, essas pessoas irão clamar “Deus Me Ajude”, e elas irão estar tão afastadas de Deus que provavelmente ele não houvirá. Por que não fazem o que ele manda?
Comentário por Amilton — 9 de janeiro de 2009 @ 8:08
Parabens pela materia, foi seria e condiz com a realidade do local…
São otimos os Profissionais da Tia Guta…. (Meninas e cabelereiros).
Mais uma vez Parabens…
Comentário por Netto — 9 de janeiro de 2009 @ 8:09
É Kassab, pra fechar o Bahamas foi rapitinho, e deixar a meninas sem um lugar chic pra trabalhar né, deu ipobe! Agora pra fechar estes inferninhos onde a maconha rola solta desde a calçado do inferninho até coisas bem mais pesadas lá dentro………… BRASIL!!!!!!!!!
Comentário por KBS — 9 de janeiro de 2009 @ 8:16
Gostei muito da matéria e acredito que as coisas sejam bem piores do que foi tido pelo Léo. O mundo realmente tá uma coisa de louco e sexo tá virando… sei lá o que ainda ñ achei uma palavra para definir o que está acontecendo com o SEXO ultimamente. Abraços!
Comentário por sandra — 9 de janeiro de 2009 @ 8:46
AS PUTAS DA AUGUSTA TÃO TODAS BIXADAS…….TOMEM CUIDADO QUANDO FOREM COMER AQUELAS PORRAS ….CHATO É MATO…E SE LIGA NA HEPATITE EM RAPAZIADA ….E 100 CAMISINHA O BICHINHO PEGA HEIM !!!!!
Comentário por ROBERTO — 9 de janeiro de 2009 @ 8:51
A matéria foi muito bem feita, eu mesmo não sabia dessas mudanças. Prostituição sem pre teve e sempre vai ter , por ser uma maneira fácil de levantar uma boa grana, fácil mesmo. Elas dormem de dia , fazem academia, vão pra noite , bebem dançam e atendem em média 03 caras por dia de terça à sábado, cobram em média 100,00 …
Isso é trabalho ???, sinto muito , isso é vadiagem e nunca vai ser profissão e sim uma atividade como é o bicheiro, flanelinha,traficante ou qualquer outro criminoso ou contraventor. Sou a favor delas masnão venham me dizer que é dificil … com homem feio e fedido até a esposa acostuma e não cobra !!!
Comentário por Bzeha — 9 de janeiro de 2009 @ 9:38
Eu é que nao pago vagabunda. A mulherada da dando de barbada . se depender de mim elas morrem de fome , nao tenho tesao por mulher de programa
Comentário por Betao — 9 de janeiro de 2009 @ 9:38
Boa matéria a cidade é recheada de opções, viva a variedade
E que as meninas ganhem muito dinheiro até fritar a prechoka, quem não gosta vai pra aparecida do norte que lá é legal
Comentário por Motumbo — 9 de janeiro de 2009 @ 10:04
O texto desta matéria flui de uma maneira quase lúdica, remetendo-nos a um romantismo que talvez nunca tenha existido nesse meio, mas que as pessoas, que de alguma maneira nele estão inseridas, insistem em apresentar. São os sonhos. E estes sempre são válidos.
É verdadeiro, denso, intenso. Ao mesmo tempo em que é suave, quase pueril, remetendo-nos aos sonhos das personagens apresentadas - uma vez que não se trata de biografias. Há profissionalismo, honestidade, responsabilidade e ética, qualidades raríssimas em outras profissões ditas “respeitosas”.
Temos tanto que aprender com essas pessoas, com suas experiências, inclusive com sua generosidade em passar por estas experiências para que possamos colher seus resultados e aprendermos sem sofrimento; mas cegos que somos, nos colocamos aqui como observadores, críticos, donos da verdade, preconceituosos e mascarados, ao invés de agradecermos.
Como tudo na vida, a relatividade também mostra sua face e qualquer julgamento que se faça, invariavelmente, vai mostrar quem, ou em alguns casos “o quê”, você é.
Como este é um tema que, aliás um dos poucos, a hipocrisia simplesmente não existe, ou ao menos é facilmente desmascarada, o conforto em discorrer à respeito acaba dando margem ao preconceito, o quê torna nula qualquer discussão.
Quem falou em Deus, precisa ler Matheus 7. Quem falou em vagabunda, precisa rever os conceitos aprendidos em casa. Quem falou em doença, medite sobre o respeito - a prevenção é fundamental, e o ensinamento se dá através do exemplo, não da tentativa de ofensa. Quem falou em maconha, apenas ouviu falar, pois esta certamente não está presente na noite, não mais. Quem ainda tem preconceito, precisa olhar no espelho e procurar entender de onde vem sua raiva e seus complexos, sejam de inferioridade ou superioridade - complexos são, e com isso resolvê-los.
Grato pelo espaço democrático.
Comentário por Luiz — 9 de janeiro de 2009 @ 11:15
PARA O LUIZ QUE FALO FALO E NUM FALO NADA !!!!!!! O SE LIGA JÃO ,NAQUELA RUA JA VI DE TUDO É SÓ PUTARIA E DROGA …… JA VI PUTA DANDO NA RUA ,JA VI PUTA USANDO DROGA ….ELAS DÃO SE VACILAR POR UM PRATO DE COMIDA ……..COLA NUMA BALADA ALI …AI VC VAI VER O QUE ESSAS CACHORRAS FAZEM ….3 POR NOITE É POKO AXO QUE ELAS DÃO PARA 3 DUZIAS….KKKKKK
Comentário por ROBERTO — 9 de janeiro de 2009 @ 16:11
Que antes de mais nada, o preconceito, de qualquer natureza, seja varrido do planeta. Se não for assim, estaremos reforçando dentro de nossas casas, nas nossas ruas, igrejas, cidades e países, o ódio, que dirigido aos outros, certamente em algum momento recairá sobre nós! A Augusta, com suas múltiplas faces, é o lugar de todos nós. Ela é o nosso dia e a nossa noite! É o nosso espelho, mesmo quando a amaldiçoamos. Ela tem o dom de ser o retrato do Brasil, a cara de São Paulo, ou seja, a coragem de lidar com a diversidade.
Aos ofendidos, seja com as putas, com os travestis, com as drogas, ou seja, com a sua escuridão, se não souberem lidar com esta dimensão da vida, que fiquem longe dela, pois a Augusta tem uma outra grande dimensão, a HUMILDADE. Ela não se impõe a São Paulo ao Brasil.
Para termos a Augusta, temos que procurá-la, mesmo que ela chegue a nós, para muitos, como fantasia, fetiche…. Como diz um dos comentários…. “gostaria muito de poder conhecer essa tão famosa Augusta”.
E do seu jeito, também muito bem refletido na matéria, a Augusta e suas meninas são VAIDOSAS… coisa de mulher, maravilhosamente feminina…
Parabéns pela(s) matéria(s).
Comentário por Walter — 10 de janeiro de 2009 @ 6:47
Que bela matéria. Que coisa boa encontrar inesperadamente tão bom texto, fora dos padrões de preconceito usuais. Gracias.
Comentário por Pedro — 11 de janeiro de 2009 @ 1:19
gostaria de saber onde e emque localização fica a rua Augusta.
sou de osasco/SP
Comentário por sidney — 16 de março de 2009 @ 14:58
As Garotas Que Estão COM MIDAS
Midas, rei da Frígia (Grécia), foi filho do rei Górdias e da deusa Cíbele. Do deus Dionísio, Midas recebeu o dom do toque áureo: tudo que ele tocasse, virava ouro. Nosso mundo contemporâneo, se não tem o Midas em pessoa, mas pelo menos conta com o seu avatar: o magnata mexicano, Carlos Slim Helú, atualmente, o homem mais rico da terra; proprietário da operadora de celular, “claro”, e outras empresas no setor da telefonia. Tem a fama de ressuscitar empreendimentos falidos, porquanto, isso lhe rendeu o apelido de Midas.
Aproveitando essas coincidências históricas entre Midas, celular e Dionísio, podemos ver este trio incorporado nas garotas de programa dos dias atuais. Sequer podia prever Martin Cooper, quando inventou o primeiro aparelho de telefonia móvel (depois aperfeiçoado pela Motorola), que sua criação fosse revolucionar a indústria da prostituição. Assim como Santos Dumont jamais cogitou que sua invenção fosse converter-se numa devastadora máquina de guerra. Somando-se a isso o fato de Dionísio ter sido o deus da orgia.
Em conversa com uma putinha biscateira, ela me confidenciou que nunca ganhou tanta grana com sexo, igual após o advento do celular. Hoje, graças ao celular, ela e sua corja podem fechar vários negócios com machos diferentes, no “pregão da bolsa”, os encontros são marcados à velocidade da luz (300.000 km/s), as possibilidades de desencontros caíram para níveis próximo a zero. Todas elas têm o número 190 como telefone de emergência. Desse modo, levar calote ou bolacha do parceiro ficou mais raro, pois a polícia é logo acionada.
-Vejamos o que diz a bíblia acerca da prostituição:
Em Provérbios - 9:13-18 “A mulher tola é alvoroçadora; é insensata, e não conhece o pudor. Senta-se à porta da sua casa ou numa cadeira, nas alturas da cidade, chamando aos que passam e seguem direitos o seu caminho: Quem é simples, volte-se para cá! E aos faltos de entendimento diz: As águas roubadas são doces, e o pão comido às ocultas é agradável. Mas ele não sabe que ali estão os mortos; que os seus convidados estão nas profundezas do Seol (inferno).” E 5:3-14 “Porque os lábios da mulher licenciosa destilam mel, e a sua boca e mais macia do que o azeite; mas o seu fim é amargoso como o absinto, agudo como a espada de dois gumes. Os seus pés descem à morte; os seus passos seguem no caminho do Seol. Ela não pondera a vereda da vida; incertos são os seus caminhos, e ela o ignora. Agora, pois, filhos, dai-me ouvidos, e não vos desvieis das palavras da minha boca. Afasta para longe dela o teu caminho, e não te aproximes da porta da sua casa; para que não dês a outros a tua honra, nem os teus anos a cruéis; para que não se fartem os estranhos dos teus bens, e não entrem os teus trabalhos na casa do estrangeiro, e gemas no teu fim, quando se consumirem a tua carne e o teu corpo, e digas: Como detestei a disciplina! e desprezou o meu coração a repreensão! e não escutei a voz dos que me ensinavam, nem aos que me instruíam inclinei o meu ouvido! Quase cheguei à ruína completa, no meio da congregação e da assembléia.”
Em 1 Tessalonicenses 4:3 “Porque esta é a vontade de Deus, a saber, a vossa santificação: que vos abstenhais da prostituição.”
Porém, em Mateus 21:31-32 “Qual dos dois fez a vontade do pai? Disseram eles: O segundo. Disse-lhes Jesus: Em verdade vos digo que os publicanos e as meretrizes entram adiante de vós no reino de Deus. Pois João veio a vós no caminho da justiça, e não lhe deste crédito, mas os publicanos e as meretrizes lho deram; vós, porém, vendo isto, nem depois vos arrependestes para crerdes nele.”
E em Hebreus 11:31: “Pela fé Raabe, a meretriz, não pereceu com os desobedientes, tendo acolhido em paz os espias.” Alfim, em Mateus e Hebreus as meretrizes ganham o indulto divino. Talvez aquelas que insistem nessa prática pecaminosa imaginam que com o cachê ganho possam comprar a salvação através do dízimo pago.
Se a biblia sagrada não fosse um alfarrábio tão contraditório, já que o Brasil virou um puteiro, Satã teria que aprender protuguês para recepcionar tantas fornicadoras vestidas de verde e amarelo.
Dantes, Zonas do Baixo Meretrício – ZBMs, eram bordéis excluídos do meio sócio-familiar. Mas com o desaquartelamento das “piranhas”, tornou-se impossível isolar esse antro. Presentemente, um cabaré pode estar em um lar, carro, numa escola ; a putaria apresenta-se pulverizada e onipresente.
O perfil das prostitutas também vem passando por uma conversão adaptativa. Aquelas prostitutas que outrora eram vendedoras de prazer, agora, na segunda geração de bastardas estão dissimuladas sob eufemismos como: mãe solteira, produção independente, liberal, free lance etc. Todas se esforçam para imitar a esperteza da piriguete da novela das oito: mentindo, iludindo e extorquindo. Depois de ficarem assolapadas de tanto transar com os pitboys das drogas, uma vez sucateadas, buscam refúgio em um coroa ou fazem um jogo paralelo com este. Quem é o coroa? É aquele trouxa depois dos 45 anos, que batalhou a vida inteira e conseguiu acumular uns BENS para comprar uns AMORES. A vagabunda sabe que, para o marmanjo, ela ainda está com a bola toda: o coitado tem de pagar pela diferença de idade, se quiser ter do seu lado uma carne nova capaz de elevar a auto-estima do mané. Esse sim, é um MIDAS nas garras das putinhas vigaristas. Logo o idiota velho é convertido em “meu marido, meu esposo” etc. -“Tu viste lá, fulana, nossa colega Espertereza com um coroa passeando num carrão esticado?! Poderosa, né?!” Cobiça a sua colega Porforina que ainda não fisgou um pato. “A gente quer mais é se dar bem!” Arrotam as vadias.
-Como se pode ver, as putas modernas tiram o máximo de proveito de sua profissão: oferecem-se como produto de exportação, fazem parceria com criminosos, forjam gravidez com empresários, cadastram-se em programas assistenciais do governo, pagam curso universitário com o próprio sexo, sindicalizam-se como lavradoras ou pescadoras de araque e compõem outros esquemas. Elas cometem suas delinquências porque têm a certeza da causa ganha. Pois sabem de suas co-irmãs, cortesãs congressistas, que legislam a aprovam leis que asseguram o triunfo das mulheres safadas sobre os homens.
Comentário por BENIGNO ARAUJO DIAS — 10 de junho de 2009 @ 10:00
LEI MARIA DA PENHA (Nº 11.340/2006 ) GERA APARTHEID
“COTAS PARA NEGROS NA UNIVERSIDADE - COTAS PARA COTAS (MARIAS) NO LAR”
Nós, latinos, temos o emocionalismo como traço marcante da nossa personalidade. É só ocorrer um crime bárbaro para que, no dia seguinte, as ruas amanheçam cheias de gente clamando pela votação da pena de morte. Somos fantoches do método científico indutivo: parte-se de um fato isolado para o geral. A Lei Maria da Penha é um bom (mau) exemplo desse tipo de generalização. Bastou que o marido de uma certa Maria da Penha, cheio da cana, espancasse gravemente a companheira, para que as feministas arrancassem o clamor das massas capaz de sensibilizar os congressistas, levando-os à aprovação da Lei.
Como fere o sagrado princípio de isonomia, por si só, já é uma Lei inconstitucional; porque assegura à mulher o direito de apenas bater, e ao homem o dever só de apanhar. E quando a reação do homem for provocada? Logo agora que as mulheres tanto reclamam pela igualdade de direitos? Trata-se de uma regra anacrônica; defasada ou um tribunal de exceção! Os senhores legisladores e juristas não tiveram a faculdade suficiente para perceberem que gradativamente as mulheres vêm assumido crimes próprios dos homens, num passado recente. Elas estão traficando, seqüestrando, comandando quadrilhas etc. As amélias são uma espécie em extinção.
Cientes do seu rótulo de sexo frágil, elas sabem muito bem tirar partido dessa “desvantagem”. Por exemplo: se a esposa agride o marido, e ele grita um ai de dor, nenhum vizinho chama a polícia. Mesmo que o homem esteja sendo atacado com uma arma, e se ainda assim, ele privar os braços da mulher para que ela não materialize o crime; ela vai-se autovitimar, berrando para passar a idéia de que está sofrendo agressão. Mais uma vez a polícia será chamada. A esposa pegou um revólver e tentou contra a vida do companheiro. Ele foi à delegacia e tentou registrar uma queixa. O que o trouxa vai ouvir do delegado, ou pior ainda, da delegada? - “Coitada, essa mulher agiu por desespero, nem atirar a pobre sabe!” Mas, se ao invés disso fosse o homem o tentador, aí o cassetete rolava! Fique esperto, você que gosta de dar uma escapadinha fora: com o advento dessa Lei, qualquer transa de bom grado pode-se reverter em um estupro. Basta a parceira assim denunciar. (Recusou-se a pagar além do valor acertado?). Até você provar que focinho de porco não é tomada, já virou “boneca” de detentos.
Nesse tipo de maquiavelice as mulheres são mais maliciosas que os homens. Quando estão na presença de outras pessoas, costumam tratar o maridão da melhor maneira possível, porém, entre quatro paredes, o tratamento é totalmente diferente. Para quando acontecer uma briga envolvendo ambos, todo mundo vai dizer: “Quem não presta é ele, porque aquela mulher é uma santa!” Por pensar que tudo pode, o homem é mais imperito nesse tipo de artimanha, seus atos são visíveis e sem as devidas cautelas.
Todo o texto da Lei Maria da Penha se resume a uma só palavra, autodeterminação, quer dizer: a mulher está livre para fazer o que lhe der na telha, sem que o esposo possa nada fazer para dissuadi-la do seu intento. Está cravadinha lá no Inciso II do Artigo 7º.
-”Alô amor, eu estou aqui no motel ‘taca pra dentro’, com o seu melhor amigo. Mais tarde a gente se vê!”
Onde fica a ética conjugal, nesta nação a caminho de uma maioria evangélica? O homem que ainda é o membro a responder pelo sustento de grande parte dos lares, mais do que sempre, não vai passar de um otário. Seus filhos, ele não pode mais disciplinar, mas pode apanhar dos mesmos e a polícia pode matá-los de graça. Hoje, até os verbos com os quais os filhos se dirigem aos pais, já são por demais sabidos: quero, compra, paga…….E a contrapartida, qual é? Se o segredo da prosperidade está na relação positiva entre bem ativo/bem passivo. E sendo o filho um bem passivo, pois só dá prejuízo?……..
No caso de uma separação conjugal e a consequente partilha, aí mesmo é que se vê que aquele laço marital e paternal era uma farsa. Começa a guerra pelo pedaço maior da carniça. Vamos saber quem é mais cruel na capacidade de empobrecer o outro. “Como mercadoria e mulher que sou, sei que se eu deixar esse cara quebrado, ele não vai ter dinheiro para comprar outra fêmea”. Tramam as vigaristas. -Desde quando ficou provado que um filho concorre para o crescimento patrimonial do pai? Ao contrário, o filho é alguém que está a subtrair o progresso material do genitor. Não é à toa que em várias nações européias casais não querem mais ter filhos, é uma atitude anti-econômica e idiota. Outrossim, a maioria dessas que se dizem casadas, no civil e no religioso, com toda a pomba que a tradição exige, filhas de família etc; elas têm o caráter mais podre que quaisquer meretrizes do mais baixo puteiro. Eu afirmo isto com experiência própria.
Existem mulheres que, ao apresentarem suas petições na justiça para extorquir o homem, chegam a alegar que foram objeto sexual do cara durante “n” anos, por isso pleiteiam uma compensação financeira. Ora, a transa é um ato de satisfação recíproca, é um dar e um receber ao mesmo tempo. Logo, nessa relação, não haverá credor nem devedor. Exceto se houver um vínculo declarado de prostituição comercial, peculiar a putas, michês e travestis. No critério da cobrança de real por “trepada”, a mulher teria que instalar um registro, daquele usado em bilharina, para marcar quantas vezes a “gaveta” entrou e saiu. Já se fala até de piranhas que quando vão para cama com algum “barão”, furam a camisinha para engravidar, e depois requererem uma pensão alimentícia fabulosa.
Ademais, aplacar briga de casal, não deve ser atribuição dessa quadrilha pandemônica, que muitos babacas insistem em chamá-la de polícia. Pois, muitas vezes, a separação definitiva se dá mais por incitação dos bandidos policiais e pelo constrangimento do marido ou esposa, ao verem seus problemas domésticos tratados por quadrilheiros tão imundos. Esta é a chantagem mais comum que os “tiras” canalhas fazem contra a mulher: “Senhora, se você voltar pra esse cara, na próxima briga, nós não viremos lhe socorrer!” Em estado de descontrole, a vítima acaba acatando o conselho dos safados. Porventura, existem fêmeas para levar mais porradas do que as companheiras de policiais? Pesa também contra o homem, o lobby feminino constituído pelas autoridades afetas à questão: DELEGADA, PROMOTORA, JUÍZA……. E o mais grave: a cada dia, abrem-se espaços para que este TRIO se apresente nas pessoas de feministas, sapatonas, separadas, cortesãs (putas VIPs) e chifreiras. Ou seja: mulheres avessas ao modelo familiar tradicional, onde o masculino é a figura dominante.
A adjetivação “dona de casa”, embora não seja recente e até pareça um tanto depreciativa, nestes dias, virou um nominalismo mesmo, na acepção filosófica da palavra. Visto que, quase sempre, quando há separação litigiosa entre casais, ela é a dona da casa. Ao mané, mesmo tendo construído o imóvel, sobra-lhe o olho da rua. Nada de se estranhar, nesta onda de inversão de valores: o inútil se sobrepondo ao útil, o injusto ao justo e por aí vai! Quando é que direito vai virar sinônimo de merecimento?
Se todas as comunidades “pseudofrágeis” forem protegidas por um estatuto, o cidadão produtivo vai-se transformar em um penetra no inferno sem ter lugar pra fugir. E com todo o meu respeito para com as mulheres decentes e companheiras: taí a Lei Maria da Penha, para quem pensa que só no hinduísmo a VACA é sagrada!
Benigno Araujo Dias.
PS: atualmente estou encabeçando um movimento nacional pela inconstitucionalidade da
Lei Maria da Penha. Até que consigamos pressionar a Procuradoria Geral da República a impetrar uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADIN) junto ao Supremo Tribunal Federal. Não porque somos defensores de homens espancadores de mulheres, mas porque a questionada Lei transgride o princípio de isonomia, e no Código Penal Brasileiro já consta uma legislação suficiente para punir os mais diversos delitos.
ANTES QUE ARTIGO FEMININO VIRE ARTIGO PROIBIDO
Comentário por BENIGNO ARAUJO DIAS — 10 de junho de 2009 @ 10:02
meu orkut
http://www.orkut.com.br/Main#Profile?uid=2559412464663091184
Comentário por aguieiras — 9 de outubro de 2009 @ 12:36
Na minha opinião o ser humano está cada vez mais desumano em matéria de relacionamento sério.Uma sociedade sem cutura e sem um espelho de vida dá nisto: sexo, sujeira e já chegou minha hora?!!!!!!
Comentário por Renato — 19 de novembro de 2011 @ 23:19
lixo
Comentário por Renato — 19 de novembro de 2011 @ 23:20
delicia vcs adoro
Comentário por douglas — 10 de abril de 2012 @ 2:23
adoros vc muito sfadaa
Comentário por douglas — 10 de abril de 2012 @ 2:24