Baixo-Augusta 24×7. A vida de quem mora na região.

(Fotos: Pedro Kaa)
Dando seqüência ao Especial Baixo-Augusta, o Repique foi atrás de saber como é a vida e o dia-a-dia de quem mora na região que mais ferve durante a noite paulistana. Conversei com a diretora de arte Julia Semer, uma ‘não-baladeira’, residente de uma das transversais da Augusta, que todo dia e noite passeia com seu cachorro ‘Caju’ por todo aquele agito.
Para Julia, por incrível que pareça, o clima é mais amistoso do que se imaginar: “a Augusta é uma rua plural, em que todo mundo sente que pertence ao lugar e convive em harmonia. Aqui não se vê treta. Você se sente protegido pelo caos”. Vamos a ela:
Julia, como é morar no Baixo-Augusta?
Morar no Baixo-Augusta, que é quase um centro da cidade, é uma coisa louca porque tem todo tipo de gente – tem pobre, rico, gari, médico, puta, freira, milionário descolado, durango remediado, emos e skinheads… Tem muita antítese. Ao contrário do que pode parecer, isso traz muita segurança. É diferente de todas as vizinhanças que já tive na vida. Aqui o movimento é 24 x 7. Você não sente a solidão.
Tem para todos os gostos. À noite, desço a Rua Augusta com meu cachorro, o Caju, e vejo galerinhas de Emos que vem de caminhada na Paulista, hordas de gente saindo do cinema e bares, e as putas que perguntam sempre sobre o cachorro, dizem “tenho um igualzinho, vamos cruzar?”.
E de dia, como é a qualidade de vida na região?
De dia a Augusta tem o movimento de cidade antiga. Você vai numa papelaria que está lá desde sempre, que vende carnês e fichários e cartuchos para impressoras e papéis incríveis. Todo mundo é amigo e conversa. Aqui não tem preconceito. Desço e cumprimento todo mundo. Me sinto alive.
Tem uma coisa: existe um divisor de águas, como quem tem que cruzar de balsa mesmo – é o lado de lá e o lado de cá da Consolação. O lado de lá é Higienópolis, onde só têm velhos, farmácias, crianças, carrinhos de bebês e cachorros. Lá tem muitas babás. As pessoas estão uniformizadas. Parece um Projac. Aqui no Baixo Augusta, não.
Por exemplo, em Higienópolis só se encontra cachorro de raça. Do lado de cá, só vira-lata. É louco, mas é real. A população canina aqui é inteira vira-lata.
O Caju é um Border Collie, de raça, mas tem cara de vira-lata, se passeio por lá todo mundo quer falar da raça, se passeio aqui, assumem que ele é um vira-lata.
Fora a diferença de preços que é abissal. Dar um banho no cachorro - lá custa R$ 40, aqui R$ 17. Até água de coco é outro preço.
Muda muito o público do dia e da noite na Augusta?
As únicas figuras que diminuem são as gravatas, que não aparecem muito à noite.
Você anda numa boa pela Augusta?
A Augusta de dia é meu parque, é onde passeio com meu cachorro. É outro tipo de diversão. As pessoas estão abertas. Em Pinheiros, bairro em que morei antes, ninguém conversa com ninguém. Aqui todo mundo conversa o tempo todo, dialogam com a cidade. É o local da comunicação, de compra e venda – de gente e de cultura – cinema, música, noite fervida.

Tromba-se com todo mundo…
Não se esqueça que a balada termina às 9 da manhã e nessa hora está todo mundo na padaria. Eu estava dormindo, mas tem gente ao meu lado em todos os graus etílicos possíveis. Gente tomando cafezinho para se recuperar da balada ou do trabalho.
Durante o dia tem prostituta?
Zero. Expostas, não. Na rua tem um código: anoitece, elas aparecem. E no horário de verão, elas parecem ainda mais tarde.
Eu moro tbm na Augusta, gosto de tudo por aqui, exceto a sujeira que fica depois da balada: as calçadas tomadas por lixo que os catadores derrubam dos sacos, vômito dos que excederam em alcool, odor de mijo, e às vezes até fezes de moradores de rua, infelizmente é a parte mais triste da rua. Puro descaso. Não precisa ser assim. Os donos dos bares e puteiros poderiam muito bem limpar as calçadas que indiretamente ajudam a sujar, além do que, tornaria o ambiente um tanto mais agradável para todos: moradores, baladeiros, turistas, gringos. Feliz 2009 para todos.
Comentário por Bruno — 12 de janeiro de 2009 @ 9:26
Olá, eu adorei tudo o que lí, amo sampa, embora eu esteja bem distante faz um tempão, apenas 22 anos, atualmente estou em cuiabá, lugar prá lá de quente. Muita saudades pois conheço a augusta e amo tudo isso de verdade. Paula vc, está de parabéns. Feliz tudo prá vcs. um byby acalorado pois não podia deixar de ser, pretendo voltar logo prá casa beijos Elza
Comentário por elza — 12 de janeiro de 2009 @ 9:35
Adorei o blog! A Augusta merece!
E mais ainda da entrevista, concordo com boa parte do que a guria falou, e os comentários sobre os divisores.
Parabens pelo belo trabalho!
Comentário por $noopy — 12 de janeiro de 2009 @ 10:50
Frequentava a rua Augusta todos os fins de semana durante muito tempo e digo que ela não é uma mil maravilhas.
Conheçam que vão entender.
Comentário por Luiz — 12 de janeiro de 2009 @ 11:03
AUGUSTA? SÓ PRA QUEM É…
LOCAL DE TODAS AS TRIBOS,TODOS OS GOSTOS….
MARAVILHOSA!!!!!!!!! É A CARA DE SÃO PAULO.
PARABÉNS A TODOS OS FREQUENTADORES DESTA MARAVILHOSA RUA DE SAMPA
Comentário por CRISTIANO F. CAVALIERO — 12 de janeiro de 2009 @ 11:03
Olá, eu trabalho na Paulista, e sempre que posso vou para a Augusta curtir tudo de bom que ela oferece.Adoro ver as pessoas, o clima, é tudo muito diferente.A região da Paulista e principalmente a Augusta são um dos meus locais preferidos de São Paulo.
Bjus…..feliz 2009 a todos!!!
Comentário por Ana Carolina — 12 de janeiro de 2009 @ 11:04
boa tarde a todos os leitores
queria dizer que amo São Paulo e tenho uma paixão pela R.Augusta ,pois foi ai que passei uma boa parte da minha temperada adolescencia , sinto muita saudades desse tempo de baladas e namoros passageiros que encontrei ai
espero que baladeiros , moradores e donos de boates mantenham a harmonia para que a rua Augusta seja sempre curioso e agradavel .
Comentário por Fabiano Magdanelo — 12 de janeiro de 2009 @ 11:09
Rua maravilhosa. Sinto muita falta de desce-la em direção ao Colégio Caetano de Campos da Praça Roosevelt…
O melhor acabou, tiram os ônibus elétricos.
Comentário por Hamilton Generoso — 12 de janeiro de 2009 @ 11:36
Olá a todos!! Quero dizer que a Augusta tb sempre me fascinou, é um dos lugares que me sinto mais a vontade, não moro la, mas parece que sim!! Gostaria de parabenizar o blog tb, estou curtindo muito as matérias… adoro tudo isso!! Valeuuuuuuuuuu!!
Comentário por Betobeats — 12 de janeiro de 2009 @ 11:37
Nossa esta matéria sobre a rua Augusta realmente é demais, apesar de eu morar na zona leste desde que eu me conheço por gente eu frequento a Augusta, ela possui o seu próprio carisma é algo eterno que somente pessoas especiais vão entender,nossa eu já vi cada coisa que é de arrepiar, realmente os moradores e frequentadores da região são pessoas muito especiais desde o churraquinho do Ceará até as casas noturnas. Com certeza se um dia eu tiver oportunidade de residir na região não pensarei duas vezes. Um forte abraços a todos.
Comentário por MARCIO VINICIO — 12 de janeiro de 2009 @ 11:44
ADOOOOOOOOOOROOO agustinha hahaha A lokaa hummm pah meu bem soh as lindas e trabalhadas na agustaa!!!
Comentário por Gustavo — 12 de janeiro de 2009 @ 11:54
agusta eh otimo hahaha Augusta gente naum sou burra!
Comentário por gustavo — 12 de janeiro de 2009 @ 11:55
Moro há 40 anos na Lapa,mas considero a Rua Augusta a minha segunda casa,pois é ali que vou ao cinema,vou as vezes nas baladinhas do Vegas,vou comer pizza e sou cliente do Charm e do BH,onde sempre tomo a minha cerveja,o clima ali é maravilhoso onde cada um respeita o seu espaço!!!
Comentário por Marcio — 12 de janeiro de 2009 @ 12:08
Adorei esta matéria !!!!!!!!!
Sou de Goiás e morei em Sampa na Frei Caneca durante 8 meses ….. gente a Julia Semer falou tudo que eu sempre senti ali !!!!!!! Eu adoro Sao Paulo e amo a Augusta, passava por ela todos os dias à noite voltando da Faculdade e, ao contrário do que todo mundo achava eu vinha na maior tranquilidade e segurança. E, realmente, durante o dia parecia que eu estava aqui na minha pacata cidade de Anápolis - interior de Goiás, pois descia do prédio e podia conversar com o verdureiro, o rapaz da garagem, a moça da lavanderia, o porteiro do prédio e as pessoas que encontrava pela rua ……….. morro de saudades …….
Comentário por Anna Emilia de Rodat — 12 de janeiro de 2009 @ 12:14
Augusta é o lugar mais democrático, cosmopolita e surreal de São Paulo. Reune o céu, o inferno, o melhor e o pior num caos organizado onde todos se respeitam e tudo acontece.
Comentário por Claudio — 12 de janeiro de 2009 @ 12:17
Bom, meu sonho é morar na auguuusta por isso que foi falado e outras coisas que cada dia mais me deixam empolgado para mudar para lá!
um grande abraço.
Comentário por William — 12 de janeiro de 2009 @ 12:17
esta reportagem do baixo augusta e maior barato otima
trabalho de vendedor estou sempre no centro e sempre no fim da tarde vou tomar umas geladas na parte baixa e claro nao .
Em pais nenhum tem um lugar como a augusta isso aqui e bom demais neste local se convive pobre rico numa boa .
ISTO E SAO PAULO
Comentário por Pedro Paulino — 12 de janeiro de 2009 @ 12:23
Fui muitas vezes p/ augusta me divertir, ja consegui “namorar” algumas primas inclusive…(pq de graça é namoro né), no inicio ia c/ meus amigos na minha fuca 73, mas isso qdo tinha meus 18/19 anos…QUAL O HOMEM QUE NUNCA FOI A AUGUSTA????
Muitas lembranças boas de lá, muitas mulheres q de certa forma fizeram parte da minha vida, aquela rua é especial!!!
abs.
Comentário por Binhão — 12 de janeiro de 2009 @ 12:33
É muito legal so de não existir preconceitos é demais isso sim e demecracia…………
Comentário por junior — 12 de janeiro de 2009 @ 12:37
então …vivia Augusta!!!
Comentário por danielasjcampos — 12 de janeiro de 2009 @ 12:42
Tenho acompanhado as reportagens sobre a Rua Augusta e tenho achado excelente!!!!!!
Só tenho que parabenizá-la!!!! Isso que eu nem moro em São Paulo, sou de Santos, mas, conheço um pouco da Rua Augusta, dos velhos tempos (década de 70).
Um abraço e mais uma vez: parabéns!!!!
Comentário por Raul — 12 de janeiro de 2009 @ 12:43
Estive agora no fim de 2008 em Sampa, para tocar com a banda com a qual toco, a Mustang 65′, (sem jabá, rock 50,60 e 70 especializado Elvis cover, quem quiser mesmo conhecer, contate arjuna_72000@yahoo.com.br) aqui de Brasília. Amei a cidade e sua efervescência, no entanto, algo me incomodou profundamente:
Ao que parece as pessoas necessitam identificarem-se com os rótulos de alguma “tribo-cultural-urbana” (rockabilly, emo, punk, mauricinho, whatever), chegando mesmo a cobrar consciente ou inconscientemente, tal postura das demais.
Creio que tal posicionamento coletivo é desnessário e retrógrado, dada a multiplicidade das pessoas, seus gostos, da arte e da capital, que tudo engloba, consome e flui.
Concordam?
De Brasília, Johnson
Comentário por Rafael "Johnson" Godinho — 12 de janeiro de 2009 @ 12:54
MORO NA REGIÃO DO CERQUEIRA CESAR,JÁ MOREI V. MADALENA E HIGIENOPOLIS, NÃO QUERO NUNCA MAIS SAIR DESTA REGIAÕ, PESSOAS SIMPATICAS, TANTO POBRE COMO O RICO,PESSOAS MODERNAS SEM PRECONCEITOS,É UM OUTRO MUNDO LUGAR SOSSEGADO É ISTO NÃO QUERO MAIS SAIR DAQUI…
Comentário por ANSELMO — 12 de janeiro de 2009 @ 12:55
Como um morador a mais de 10 anos da Rua Augusta, posso dizer que chega uma hora que os nervos fervem.
Sexta-feira, é o dia do caos. Muita Bebida, drogas e putaria. Não que eu seja um puritano, pelo contrário.
Porém, descansar após um longo dia de trabalho fica complicado as vezes.
Rezo para que chegue o inverno para dormir com as janelas fechadas e ter um pouco mais de sussego…
Comentário por Gabriew Rodrigues — 12 de janeiro de 2009 @ 13:00
Amoooooooooooo a Augusta, moro em uma travesa da Frei Caneca.Adorei a matéria, ela simplismente falou o que é realmente a Augusta.Não me vejo morando em outro lugar que não seja nessa região , posso sair 3 horas da madrugada e comer um belo de um “almoço”, num boteco muito bom perto do Espaço Unibanco.Se chega sexta feira, vou pra lá , mas nem que seja para tomar uma breja , e já vou dormir feliz.Meu domingo não é o mesmo se eu não descer a Augusta a tarde, enfim…Canto amor à Augusta!
Comentário por Lidiane Campos — 12 de janeiro de 2009 @ 13:00
Amoooooooooooo a Augusta, moro em uma travesa da Frei Caneca.Adorei a matéria, ela simplismente falou o que é realmente a Augusta.Não me vejo morando em outro lugar que não seja nessa região , posso sair 3 horas da madrugada e comer um belo de um “almoço”, num boteco muito bom perto do Espaço Unibanco.Se chega sexta feira, vou pra lá , mas nem que seja para tomar uma breja , e já vou dormir feliz.Meu domingo não é o mesmo se eu não descer a Augusta a tarde, enfim…Canto amor à Augusta!
Comentário por Lidiane Campos — 12 de janeiro de 2009 @ 13:04
Tá vendo esse primeiro prédio à direita? É onde moro. Realmente, essa rua à noite tem vida própria, todo tipo de gente anda por lá. Para quem está acostumado com silêncio, não é uma boa idéia morar aqui, as noites são bem barulhentas tanto por pessoas falando quanto por carros com sons altos. A Baixo Augusta deve ser um dos lugares onde tem mais diversidade…não dá para se sentir só. Morei toda a vida aqui e quando vou viajar para algum lugar mais calmo, sinto saudade do barulhos hahahaha.
Boa matéria.
Comentário por António Frota — 12 de janeiro de 2009 @ 13:11
augusta é simplismente demais , hum show de cores, na noite , um lugar que não para , trabalhei de offcy boy por 4 anos ai perto e mesmo eu morando na ZL conhecia muita gente simpatica na auguta, (baixa) , até mesmo as putas são simpaticas e sem crise, hoje moro em Ms Campo Grande e me arrependo muito de nao ter aproveitado mais a augusta e o que ela tem para oferecer. que saudades!
Comentário por Fabio — 12 de janeiro de 2009 @ 13:14
AMEI…ESSA MATERIA DA RUA AUGUSTA MEU ADORO ESSA RUA PASSEI MUITO NELA TRABALHEI NA NELA MORRO DE SAUDADE DE DELA SÓ QUE AGORA CASEI FICA TUDO MAIS DIFICIL NÉ TENHO AMIGA QUE TRABALHA NA RUA DE TRAS AMMIIIGGGGAAAAASSSSS EU AMOOOO VCS AUGUSTA SAAUUUDADDDESSS BJ PARA TODOS QUE PASSA POR LÁ V=BJBJBJBJ100% AUGUSTA
Comentário por Dada — 12 de janeiro de 2009 @ 13:14
E quem é que nunca foi à Augusta e tomou uma brejinha no Violeta? hahaha =)
Comentário por Zé — 12 de janeiro de 2009 @ 13:15
Opa!, Rafael “Johnson” Godinho, muito boa a sua observação!
o fato é que se o sr. cobra (ou pede) essa ou aquela (outra) postura das pessoas, isso também acaba sendo uma forma, uma maneira de tentar enquadrá-las, não acha?
abraços!,
luiz, Uberlândia.
Comentário por luiz - uberlândia — 12 de janeiro de 2009 @ 13:16
Sou um “augusteiro” da velha guarda, do tempo do Rony Cord (desci a rua Augusta a 120 por hora…) e sinto saudades dessa época. Moro no interior há muitos anos mas, pelo que estou lendo aqui, quase cinquenta anos depois, ela continua com seu charme incomparável…
Antonio Carlos
Valinhos, SP
Comentário por Antonio Serrano — 12 de janeiro de 2009 @ 13:46
Sou morador da região, moro na Matias Aires, uma travessa da famosa Augusta, Adoro a região, é um local em que vc sente vida em São Paulo!!As pessoas são descoladas, elegantes sem serem pretenciosas, cultas, divertidas, enfim hoje para mim , é o melhor “point” para se morar em Sampa!!A mistura dos bares antigos, botecos(”risca-faca”) com os novos, cheios de conceitos, mas despretenciosos com as salas de cinema “cult” mescladas às “meninas da noite”, dão uma atmosfera única à região, ali São Paulo parece mais democrático, mais humano!! As reportagens sobre a região estão sensacionais, Parábéns!!!
Comentário por marcio g. — 12 de janeiro de 2009 @ 13:47
Meu lugar preferido para passar de carro e andar a toa tb
Comentário por Fabí — 12 de janeiro de 2009 @ 13:52
Vcs estão de Parabens pela materia!!!!a R.Augusta é um ícone na cidade de Sampa….Atire a primeira pedra quem nunca gastou um dinheirinho com as meninas do local!!rsrsrsrs
Comentário por Pedro — 12 de janeiro de 2009 @ 14:13
Em resposta ao Luiz, de Uberlândia:
É, meu caro. No “Let it Be” que penso ser a melhor forma de se viver, tenho que concordar contigo.
Penso que devemos ter liberdade, para sermos o que quisermos, sem rótulos, ou mesmo com!
Comentário por Rafael "Johnson" Godinho — 12 de janeiro de 2009 @ 14:29
Realmente a Augusta é uma rua diferente,vim do Rio de Janeiro há 18 anos e fui apresentada a Augusta assim que cheguei pois a fama era grande!A rua realmente transborda alegria e vida,no inicio tinha medo dessa diversidade toda mas depois vi que isso era extremamente positivo.E viva a Augusta!!!!
Comentário por Márcia Knust — 12 de janeiro de 2009 @ 14:30
Adoro a Rua Augusta,moro a 12 anos nesse bairro e não consigo imaginar eu morando em outro lugar!
Aqui vc encontra de Tudo e mais um Pouco..!!
Já saio de casa dando Bom dia pra td mundo!
Parabéns pela reportagem!
Comentário por Camila — 12 de janeiro de 2009 @ 15:15
Olá, Moro na Augusta 6 meses e de la nao quero sair nunca mais….é um local onde a vida se mistura…Pessoal só não fiquem buzinando pq moro no Primeiro andar, e de frente!!!! e pra ser sincero..NÂO tem como dormir mesmo.hehehehehe
Comentário por MARCELO GUILIEN — 12 de janeiro de 2009 @ 22:05
Adorei a reportagem, onde a nostalgia da boa vizinhança permanece viva, bem diferente dos lugares onde só se conhecem pessoas pelo orkut. Parabéns, esse é o grande charme de viver em São Paulo como ele realmente é. Grande abraço!!!
Comentário por marcelo — 13 de janeiro de 2009 @ 14:12