Arquitetura e transformação na cidade de São Paulo


A cidade é um todo. A cidade é de todos. Em mais um dia de Especial Aniversário de São Paulo, o Repique conversou com os arquitetos dos escritórios Elito Associados e Metro Arquitetos para entender algumas questões que organizam a vida de quem mora, trabalha e circula em Sampa. A paisagem e a história que se constrói e respira todos os dias na cidade que está sempre em obras. Vamos a eles:
Gostaria que vocês comentassem a cidade do ponto de vista de um arquiteto.
Elito Arquitetos: Consideramos que São Paulo acabou se transformando e hoje é composta de espaços privados, de uso privativo, onde as pessoas fazem o que querem e como querem. Falta valorizar os espaços públicos. A cidade acabou virando um corredor voltado para a circulação de carros, que liga esses prédios, casas, cinema, empresas, teatros e shoppings – espaços que até são abertos ao público, mas de uso privado.
Metro Arquitetos: O maior problema de São Paulo é que a cidade é segregatória. Tirando alguns bairros que são completos, como Pinheiros, por exemplo, a maioria é residencial e comercial diurno. Não são bairros mistos como no resto do mundo. A lei separa as áreas de casas, prédios e serviços. Você mora num lugar em que precisa pegar o carro para tomar um café. Isso não é saudável.

Não favorece que as relações sejam mais humanas…
Elito: A praça em frente ao Spot na Avenida Paulista (foto), por exemplo – aquele espaço é privado, é financiado pelos prédios que estão ao redor e que oferecem para a cidade, para as pessoas. É legal isso.
O vão livre do MASP também é um espaço privado aberto ao público. Seria interessante isso acontecer na cidade inteira, não só na Paulista. Esses espaços têm uma função na cidade.
O metrô é super cidadão. Além da função que tem, a arquitetura das estações e o jeito como funciona também é exemplar. Os SESCs são outro exemplo. Não é um espaço público, mas aberto ao público. Têm variedade de arquitetura entre as unidades, cada uma delas é assinada por um arquiteto, você pode até questionar esteticamente, mas são exemplares. Tem escala humana. Em especial o SESC Pompéia (assinado pela Lina Bo Bardi), qualquer um pode utilizar e lá acontece muita coisa.
Metro: Ao mesmo tempo São Paulo é tão grande. Por exemplo, na periferia existe uma vida em comunidade em que as pessoas se ajudam muito mais, tem relações de convivência, tem vizinhança. O cara não tem telefone, ele recebe ligações na casa ao lado, numa boa. Em Higienópolis, a dinâmica é outra, ninguém se fala, é super elite esnobe.

Capela do Morumbi
Do ponto de vista da arquitetura, São Paulo é autêntica?
Metro: Eu acho. Tem uma história muito longa que começa no século XVII. Tem a capela do Morumbi e o Pátio de São Paulo. Tem arquitetura gótica da Catedral da Sé, o movimento Modernista dos anos 30, da escola paulista que é diferente do Rio de Janeiro. Aqui, o que é importante é a convivência disso tudo. Se você for ao Centro, lá tem o Copan, o Edifício Itália, o edifício Esther, que é dos anos 50. Depois tem o Viaduto do Chá, que é rococó inglês, uma cobertura do Paulo Mendes da Rocha dos anos 90 ao lado da igreja Santo Antônio, uma capelinha dos século XVII – uma das primeiras casas de São Paulo.
Vocês acham que São Paulo preserva seus prédios ou a construção civil passa a máquina e faz outra coisa por cima?
Elito: A tendência é tudo o que ainda resta da antiga configuração virar empreendimentos privados e verticalizados num esquema "tabula rasa", mas há exemplos como a região da Luz (Museu da Língua Portuguesa, Dops, Estação Julio Prestes); a Barra Funda, em que os antigos galpões estão sendo ocupados por empresas… Nesses casos existe uma Operação Urbana. Mas não há dúvida de que a política de revitalização é tímida demais para a escala da cidade e seus problemas.
Metro: Sobrou muito pouco da história. A questão é que tem um órgão responsável por isso, o IPHAN que tomba os prédios e aí não pode fazer nada, o que leva ao sucateamento. Diferente do que acontece lá fora, onde se recauchuta o prédio preservando o que importa e deixando explícita sua intervenção.
Bom, e esses prédios ‘neocoloniais’, de gosto duvidoso, que todos os dias aparecem por aqui?
Metro: O que você chama de neocolonial é o neo-neo-neo-pós. Neo-colonial é Ramos de Azevedo que fez o Teatro Municipal, o colégio Caetano de Campos, a Pinacoteca – um arquiteto super importante para a cidade que fez vários edifícios públicos.
Mas a questão é simples: temos a arquitetura comercial e a ‘outra’, que é mínima se comparada com a comercial. A gente não tem cultura, a elite tem dinheiro e não necessariamente tem informação ou discernimento. A arquitetura comercial vende o que é mais barato, o mais simples e igual ao projeto anterior. Tudo mastigado e fácil de engolir. Quanto mais ornamento, melhor. É um modismo. O cara compra o apartamento pela foto, nesses stands que ficam na rua. Tem espaço gourmet, glamour, etc. Só que quem vende põe os móveis na planta decorada em outra escala. É nesse nível. Daí quando fica pronto, o resultado são aqueles banheiros e quartos minúsculos. Quem compra não tem noção da picaretagem.
Que pontos vocês acham que são de especial interesse? Os não muito famosos…
- A USP não só pelo urbanismo clássico da arquitetura moderna, mas em especial o prédio da FAU que é do Artigas.
- A Capela do Morumbi – uma ruína de taipa reformada pelo Warchavchik nos anos 50.

- A primeira Casa Modernista de São Paulo, também do Warchavchik; (foto)
- A galeria Leme, que é pequena, mas tem uma geometria específica para entrada de luz natural;
- A Cinemateca na Vila Mariana;
- A Casa do Bandeirante, que tem arquitetura colonial, a cidade abraçou aquele espaço, cresceu em volta.
- E tem uma praça nova que todo mundo está falando, a Praça Victor Civita, é suspensa, foi feita em cima de uma área que era um lixão. Ganhou prêmio. Parece ser bem interessante.
Gosto muito de ir a SP, tenho bons amigos e parentes, mas fico indignado com os imóveis abandonados, quase a maioria em processos de inventários e outros, isto sempre dura muito tempo, acho que neste período o poder público e privado, deveria criar pequenos bosques nestas areas. melhor que amontoar lixo por 30 anos ou mais.
Comentário por Jorge Jeronimo de Souza — 23 de janeiro de 2009 @ 12:53
Eu tenho uma duvida que me intriga :
Por que uma cidade como São Paulo nao tem edifícios realmente altos, até o Chile já está fazendo um arranha-céu digno de primeiro mundo. Será por que não temos capacidade ou por que o Plano Diretor da cidade nao permite predios com mais de 50 andares ?
Comentário por Marvin Severiano — 23 de janeiro de 2009 @ 12:57
Em resposta ao bem informado leitor (Marvin), o fato de não termos arranha-céus como Manhattan, os do Chile, Cingapura e tantos outros não nos diminuem em nada. Basta uma pequena viagem pela cidade do Porto-Portugal e verá que as novas construções não têm mais de 10 andares. Uma simples vista de Paris mostra o quão lindo e uniforme é a Capital.
Faço um convite…vá até a região da Berrini…veja se te convence em altura alguns edificios.
Passeie pelo Parque Estadual do Jaraguá num dia verão e verá que nossa cidade não tão baixa assim.
Abraços
Comentário por Djalma - São Paulo — 23 de janeiro de 2009 @ 13:31
Mais do que construir arranha-céus, Marvin, São Paulo tem de ser reconstruída… restaurada…. Temos prédios lindíssimos, mas em péssimo estado de conservação… Aqui perto, na Praça da República, onde eu trabalho existe uma arquitetura bela, mas não é bem cuidada…. O que precisa ser feito é um planejamento urbanístico melhor, onde o belo e o prático sejam aliados…
*Paula, tô assídua agora hein?!…hauhsuahsa…
Comentário por Ana Brandão — 23 de janeiro de 2009 @ 13:38
Mais do que construir arranha-céus, Marvin, São Paulo tem de ser reconstruída… restaurada…. Temos prédios lindíssimos, mas em péssimo estado de conservação… Aqui perto, na Praça da República, onde eu trabalho existe uma arquitetura bela, mas não é bem cuidada…. O que precisa ser feito é um planejamento urbanístico melhor, onde o belo e o prático sejam aliados…
*Paula, tô assídua agora hein?!…hauhsuahsa…
Comentário por Ana Brandão — 23 de janeiro de 2009 @ 13:38
realmente não temos cultura, tanto a elite quanto aos pobres, sofremos ainda de ignorância de ambos os lados, em determinados pontos e até dos poderes publicos. Saber o que é uma cidade coerente, não que precise ser moderna, mas limpa e organizada e de forma estrutura e correta, infelismente ainda está longe da nossa realidade.
Comentário por Brunno - Cuiabá — 23 de janeiro de 2009 @ 13:58
Como eu disse ontem, comentando a matéria do “passo a passo para turistas..” eu gosto muito da arquitetura de São Paulo. Como em qualquer outra grande cidades do mundo há áreas degradadas e que necessitam de restauração e revitalização. A tão decantada Buenos Aires, possui muitos edifícios abandonados e deteriorados (estive lá em nov/2008). Discordo da Metro Arquitetos qdo dizem que São Paulo é segregatoria por possuir áreas específicas para residências e comercio ou prestação de serviços e que isto não acontece no resto do mundo, acontece sim. Las Vegas que é uma cidade relativamente pequena em população, possui bairros com condomínios fechados de casas e edifícios de aptos, com áreas residenciais distintas. Há tb nos EUA pequenas cidades com bairros estritamente residências (condomínios) e são afastados uns dos outros .
Comentário por Oliver — 23 de janeiro de 2009 @ 13:59
Pessoal
Por acaso alguém tem TV à válvula em casa ?
A minha quebrou e estou precisando de uma válvula MD341. Quem tiver por favor me avise , eu tenho uma DT451 sobrando e posso usar como troca.
Muito Obrigado
Johnson
Comentário por Johnson Cleiton — 23 de janeiro de 2009 @ 14:05
Interessante o título da matéria, assim como o conteúdo, porém, “Arquitetura e transformação na cidade de São Paulo”… mas de qual parte?
Acredito que está mais para ” Arquitetura e transformação no bairro de Pinheiros, Morumbi ou qualquer outro bairro de classe alta da região central, oeste ou sul.” Como Paulistano digo que a cidade vem mudando (olha que venho reparando nisso de uns 10 anos pra cá!), de fato há obras pela cidade, investimentos em vários pontos, em peso nas localidades citadas acima, até uma ponte ligando o nada a lugar nenhum já construíram, sua utilidade ainda é suspeita, mas, desde a sua inauguração vem servindo de “plano de fundo” do SPTV. A obra foi só da ordem de R$ 240 milhões, mas tudo bem…
CONT.
Comentário por Guido Ferrari — 23 de janeiro de 2009 @ 14:08
Só me preocupa o seguinte: Quanto tempo os demais bairros da cidade, e acreditem ela tem outros, terão de esperar para receber investimentos do mesmo valor?? Eu disse: mesmo valor e não uma ponte dessas!. Pois, falta investimentos por parte do Estado em infra-estruturas nas regiões formadas a partir do “boom” urbano que São Paulo foi vítima, e em menor escala ainda é. Tais regiões são bairros dormitórios, pobres e que não enxergam a luz no fim do túnel.
Os investidores comerciais não investem nessas áreas por não possuírem infra-estrutura suficiente e por sua vez a baixa representação econômica dessas regiões não justificam investimentos em infra-estrutura por parte do Estado!
CONT.
Comentário por Guido Ferrari — 23 de janeiro de 2009 @ 14:09
Talvez por isso a cidade esteja esse caos trânsito caótico, aqui é assim cada um por si o espaço privado já não se limita mais aos carros, nos transportes COLETIVOS, que de coletivos não tem nada, cada um corre atrás do seu banco! Ninguém liga da qualidade do transporte só reclame de ir em pé! Aqui expansão das linhas do metrô é campanha política e não uma necessidade, diga-se de passagem indispensável, para a melhora na qualidade de vida da cidade. Mas espera! Um sistema público de transporte de qualidade estimularia a preferência pública pelo metrô ou ônibus, mas e os carros ninguém mais vai querer trocar o seu carro 2008 por um igual 2009! Nãaaaaaaooo
Se o Estado quer dar preferência ao PRIVADO, que dê. Agora é preciso descentralizar a cidade e não vale dizer que não é possível o centro novo é um exemplo disso!!
“Quando a revolução for feita nas escolas o povo a fará nas ruas” Prof. Florestan Fernandes
FIM rsrs
Comentário por Guido Ferrari — 23 de janeiro de 2009 @ 14:11
O que tem me deixado entristecida é o paliteiro que a cidade virou ….as milhares de Estações de Radio Base instaladas ….
As fotos foram muito felizes porque não mostram o paliteiro que vemos ao olhar para o topo dos edifícios…
Comentário por mariana — 23 de janeiro de 2009 @ 14:37
Mariana vc usa celular?
Comentário por Oliver — 23 de janeiro de 2009 @ 14:42
Ao Djama sobre o comentário do Marvin.
Infelizmente a cidade de São Paulo está no mínimo com duas décadas de atraso arquitetônico moderno quanto à grandes cidades como New York, Xangai, Hong kong, Dubai e até mesmo Santiago do Chile ou Cidade do Panamá. Querer comparar o panorama de Paris com a suja São Paulo é brincadeira e de mal gosto.
A cidade de São Paulo é velha (não de idade, de mentalidade pós moderna), suja (de lixo mesmo) e violenta (eu sou prova disso, pois já fui assaltado em plena luz do dia por trombadinhas drogados).
Vamos governantes de São Paulo, deixem esta cidade crescer verticalmente como a tendência mundial, invistam no bem estar social, usem o dinheiro arrecadado com os impostos com sabedoria.
Pobre moradores de São Paulo, quem mora aí não sabe o que é qualidade de vida.
Comentário por Kelvi O. — 23 de janeiro de 2009 @ 14:43
O Ramos de Azevedo até onde sei não fez neocolonial, que começou próximo da década de 1920 e em São Paulo foi pelas mãos de Ricardo Severo, um português. No Rio, a grande influência foi de Mariano Lima.
Comentário por marcelo — 23 de janeiro de 2009 @ 14:53
O crescimento e o desenvolvimento urbano tem que acontecer de forma sustentável, ou seja, com ações concretas através da participação dos munícipes. Tem que ouvir o povo, administrar para o povo. Uma ferramenta de gestão pública importantíssima para o desenvolvimento de uma cidade é o Plano Diretor Urbano, que em grande parte dos munícípios brasileiros não é executado com eficiência.
O caso de São Paulo, conforme os comentários deste artigo, tem que desenvolver políticas públicas para o desenvolvimento urbanístico, sendo a elaboração de um Plano Municipal de Arquitetura e Urbanísmo, tendo como objetivo desenvolver diagnósticos, objetivos e metas para os próximos 10 anos. Não esquecer,,,,da municipalidade… ouvir a população,,,,colocar em prática o orçamento participativo…..
Comentário por Robson Adriano Bochi — 23 de janeiro de 2009 @ 15:09
Toda cidade se renova, nem sempre para o lado bom, para a qualidade ou para uma sociedade que tenha por princípios a justiça social. Renovar não significa melhorar. Chavez renovou o seu mandato mas a Venezuela definha ladeira abaixo.
A renovação nem sempre é conceitual, moderna, clássica ou meramente tendenciosa. São inúmeros os movimentos sociais, econômicos, políticos e até mesmo climatológicos que fazem, dão rumo e, vez por outra, os governos são parte uma parte da contribuição destes movimentos. è a sociedade que tem o poder da renovação sadia. No estágio em que São Paulo se encontra é muito difícil ter o domínio sobre a sua dinâmica. Se tivéssemos, não haveria cracolandia ou guetos ou ainda favelas. Existemn razões mais profunda que muitas vezes desconhecemos. A arquitetura que surge a beira do Tietê ou do Pinheiros molda um skyline mentiroso e vergonhoso. Nós arquitetos deveríamos ter maior autocrítica. Propor aos nossos clientes endinheirados mitigarem e compensarem parte de seus mármores e vidros por um pouco menos de miséria, aquela miséria que muitas vezes é sua vizinha indesejada. A São Paulo que quer ser Hong Kong, Tokio ou Beijin eu repudio. As cidades tem que ter sua impressão digital que a diferencie doutras, que lhe confira a singularidade, que seja a mãe de seus filhos, reconhecendo-os e dando-lhes sustento, fazendo-os sadios.
Comentário por sérgio — 23 de janeiro de 2009 @ 15:20
Gostaria de ver o vão livre do Masp ocupado.Sim Ocupado por uma galeria no estilo da Galeria Prestes Maia. Serviria também para acesso da 9 de Julho para a Paulista, através de escadas rolantes que partiriam da Rua Carlos Comenale. Como o Masp e a própria Paulista são pontos turísticos, poderia ser criada uma linha de ônibus turístico que sairia do centro (local a definir) subiria pela direita do tunel e desceria de volta.
Nos dias úteis, serviria como opção para as pessoas que lá trrabalham e têm que fazer uma verdadeira escalada.
Comentário por Milton Luiz Chinaglia — 23 de janeiro de 2009 @ 15:22
Não devemos esquecer também o tanto de coisa “fake” feita e refeita pela cidade, tão falsa quanto o prédios ditos “neoclássico contemporâneo” na definição de um arquiteto da especulação imobiliária. A “capelinha” do Morumbi em foto na matéria, “restaurada” pelo Warchavchik era originalmente um paiol da Fazenda Morumbi do tempo dos Rudge como proprietários, e que nunca foi terminada.
A Casa das Rosas na Paulista, como foi tombada, é uma reforma feita no final da década de ´30 pelo Ramos de Azevedo, em obra original do final do sec. 19, e só foi tombada porque as demais casas realmente importantes da Paulista já tinham ido para o chão
Comentário por Leto Esher — 23 de janeiro de 2009 @ 15:25
Acredito que São Paulo deva passar por um processo de reavaliação de vários edifícios e equipamentos públicos que não representam absolutamente nada quanto a valor arquitetônico.
Logo, esses edifícios enfeiam a cidade e dão um aspecto sombrio e colaboram para que as pessoas vejam a cidade como cinza.
Fachadas caindo aos pedaços, sem manutenção e com infiltrações. Empenas maltratadas e a falta de árvores que não destruam o passeio e o piso, são apenas alguns detalhes que nos fazem tristes ao passear pela cidade.
Claro que São Paulo não é só tristeza, mas que ela poderia ficar muito mais bonita e agradável com algumas leis sábias e não de cunho eleitoreiro, isso ficaria.
Comentário por Sebastian — 23 de janeiro de 2009 @ 15:41
Caro sr. Milton ]Chinaglia
a doação do terreno do Masp obriga a preservação do visual que hoje é o vão para que os pedestres que percorram a av. paulista possam ver o vale. Daí que a genial Lina Bobardi fez o projeto e que hoje é um marco na cidade.
Comentário por newton — 23 de janeiro de 2009 @ 15:47
Caro sr. Milton ]Chinaglia
a doação do terreno do Masp obriga a preservação do visual que hoje é o vão para que os pedestres que percorram a av. paulista possam ver o vale. Daí que a genial Lina Bobardi fez o projeto e que hoje é um marco na cidade.
Comentário por newton — 23 de janeiro de 2009 @ 15:47
Sobre a periferia ??????
Acho q jah é tempo de pensarmos um pouco sobre a periferia, e, investirmos tmb na infra-estrutura e urbanização.
Um ponto a ser discutido urgentemente.
Comentário por david — 23 de janeiro de 2009 @ 16:56
eu acredito que quanto mais rápido o metro chegar a periferia, o transito melhorará. gosto da arquitetura moderna dos espigões envidraçados ( estão utilizando a claridade natural e economizando luz artificial - assim espero), mas gostaria muitíssimo que o centro velhgo e a av. paulista fossem preservados e recuperado. faria metro subterranea na av. são joão , imploderia o minhocão, e recuperarioa os predios antigos da av.são joão e são luiz. pois são belissimos
Comentário por zenaide boy — 23 de janeiro de 2009 @ 17:03
moro em Curitiba, quero saber onde posso jogar um pokerzinho…
Comentário por JOAO — 27 de janeiro de 2009 @ 18:33
Vi num site algumas fotos de belos casarões e casinhas nos anos 70 com arquiteturas raras de se ver hj em dia, muitas delas ja a venda, outras ainda imponentes mas aos poucos sendo engolidas pelos predios em construção.
Lamento muito que o progresso de SP tenha atropelado tanta história, e dependendo do bairro, atropelado até a qualidade de vida de seus habitantes.
Comentário por Danilo M — 30 de janeiro de 2009 @ 18:21